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31/março/2011

Como sobreviver a um período de ausência no mercado de trabalho?

Arquivado em: Sem categoria — Marcelo Yamada @ 1:19 pm
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Como sobreviver a um período de ausência no mercado de trabalho?

Um dilema familiar me fez pensar nesta questão.

São vários os motivos que podem nos levar à ausência no mercado de trabalho, colocando em risco todo o prestígio que conquistamos ao longo de vários anos de estudo e trabalho sério e coerente: um tratamento médico, uma licença-maternidade, uma viagem de estudos, um mestrado ou doutorado, um projeto social, um período sabático…

Mas como podemos nos dedicar a essas causas sem sacrificar nossa carreira?

Pensando um pouco cheguei à seguinte resposta: zelando durante esse período pelos nossos capitais intelectuais.

Falei um pouco sobre “gestão do conhecimento pessoal” em um post há dois anos, lembram-se? Eis o post em questão: http://mygc.wordpress.com/2009/01/27/experimentando-a-gestao-do-conhecimento-pessoal/

Se – conforme sugeri nesse post – o nosso valor no mercado de trabalho está associado a nossos capitais humano, estrutural e de relacionamento, basta (ok, sei que não é simples assim) zelar pela manutenção (e evolução, se der tempo) desses capitais.

Boas sugestões genéricas seriam: continue atualizado em sua área (leia), documente seus processos de trabalho e fontes de informação e mantenha sua rede de relacionamentos.

Você pode fazer isso estudando, mantendo um blog, enviando e-mails de felicitação, acompanhando os status de seus contatos no LinkedIn, entre outras medidas.

Que tal lhes parece?

Estou inicialmente satisfeito com essa abordagem. Falta apenas testar. Algum candidato?

17/outubro/2009

Paper gratuito sobre monitoramento e avaliação da GC

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 12:36 am
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O tempo está curto e a pilha de leituras (metaforicamente) está grande, mas ainda consigo achar algumas preciosidades de tempos em tempos.

Não pude conferir em detalhes ainda, mas eis um paper que parece muito promissor: “Monitoring and Evaluation in KM for Development“, no site do movimento IKM Emergent.

Gravei o arquivo (licenciado pela Creative Commons, portanto tudo bem) em meu pen-drive.

Estou montando minha biblioteca de e-books para ler em meu netbook e ver se assim  descarto a necessidade de um Kindle :-)

31/agosto/2009

Artigo da revista DataGramaZero sobre OKA, do Banco Mundial

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 8:32 pm
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O Rafael Ramos, do blog Conhecimento e TI, deu a dica do artigo da revista DataGramaZero sobre OKA (Organizational Knowledge Assessment), do World Bank.

Copio a referência aqui para futuras consultas e agradecer ao colega Rafael pelo achado.

Link para o artigo: http://dgz.org.br/jun09/Art_05.htm

2/maio/2009

O papel na inteligência coletiva na Gestão do Conhecimento

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 4:45 pm
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Esta foi uma semana agitada.

Meus colegas do movimento Wikieducação – que defende uma atuação da iniciativa privada para a viabilização de novos modelos de aprendizagem (vale a pena visitar o site oficial para conhecer sua proposta) – me questionaram há alguns dias sobre os pontos de coincidência e de divergência entre os temas “Inteligência Coletiva” e “Gestão do Conhecimento”.

Nosso bate-papo resultou em um artigo e uma entrevista em áudio que estão disponíveis em http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Marcelo_Yamada.

Para provocar sua curiosidade, antecipo que defendo no artigo que os dois temas são bastante diferentes – mas que a devida utilização da IC pode ser de grande utilidade para a GC.

Tecnologia da Informação aplicada à Gestão do Conhecimento

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 4:34 pm
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Uma das perguntas mais tradicionais da GC é “qual é o papel da TI?” Sei que a pergunta é recorrente porque é um dos termos de busca mais freqüentes nas estatísticas deste blog.

A pergunta é recorrente porque ninguém deseja correr o risco de superestimar o papel da TI como ocorreu há alguns anos mas ao mesmo tempo é consenso que a TI é um catalizador de transformações em qualquer área da administração de empresas.

Agora foi a minha vez de responder a esse questionamento.

Na mesma edição do newsletter sobre EAD do Senac São Paulo que comentei no post anterior, concedi uma entrevista para apresentar meu entendimento.

O resultado está no artigo “Recursos Tecnológicos aliados à Gestão do Conhecimento”, disponível no seguinte endereço: http://www.ead.sp.senac.br/newsletter/abril09/ead.asp?nome=tecnologia.

Dizendo de forma mais sistemática o que expliquei à minha entrevistadora, visualizo neste momento quatro utilidades para a TI na GC:

1) para registro e compartilhamento de conhecimento em formato  explícito (escrito ou gravado) = portais, blogs, wikis, workflow,  podcasts, videocasts

2) para aproximação de especialistas, para que compartilhem (exercitem, aprendam) conhecimento tácito = ferramentas de colaboração, como fóruns, salas de reunião virtual,  teleconferências e videoconferências, redes sociais

3) indiretamente para apoio a processos de outras especialidades que beneficiam a gestão do conhecimento = quaisquer ferramentas de gestão da informação, sistemas de gestão de competências, ferramentas de e-Learning, que auxiliem na disponibilização de informações ao trabalhador do conhecimento ou na geração de competências

4) para a gestão propriamente dita = ferramentas que auxiliem no mapeamento das competências organizacionais e permitam identificar e acompanhar seu vínculo com os objetivos estratégicos da organização por um lado e, por outro lado, o desempenho das iniciativas que produzem essas competências organizacionais (ou seja, processos, competências pessoais e relacionamentos com outras pessoas e organizações importantes)

Adorarei conhecer a visão de meus colegas leitores.

27/janeiro/2009

Experimentando a Gestão do Conhecimento Pessoal

Que tal experimentar fazer uma gestão do conhecimento pessoal?

Estou arquitetanto um método para aplicação pessoal da GC que seja integrável com uma GC corporativa e decidi agilizar um pouco o seu desenvolvimento publicando-o aqui. Assim, além de experimentá-lo pessoalmente talvez consiga ajuda de um leitor corajoso. Peço desculpas antecipadamente por ser ainda um roteiro rústico. 

A gestão do conhecimento pessoal é usualmente chamada de PKM (Personal Knowledge Management). Já comentei com diversos amigos e alunos que no contexto corporativo acredito fazer mais sentido interpretar “PKM” como “PK Management” que como “Personal KM“. Afinal, faz sentido para a empresa criar meios para a apoiar seus colaboradores na gestão do seu precioso capital intelectual, enquanto não parece interessante promover métodos pessoais de gestão do conhecimento – métodos que são de uso exclusivo pessoal.

Este post, porém, se inicia no caminho oposto. Proponho abaixo um método de gestão do conhecimento para uso pessoal – que, se adotado de forma padronizada e relacionada à estratégia em uma organização, poderá se tornar uma ferramenta de “PK Management“.

O principal conceito que adotei foi o de Capital Intelectual. Após muito ponderar, concluí que assim como as organizações possuem um acervo de ativos intangíveis (chamados “Capital Intelectual” e classificados em  capital estrutural, capital humano e capital de relacionamento), também assim ocorre com os profissionais individuais.  Temos valor para nossos empregadores, nossos círculos de relacionamento profissional e para o mercado porque temos esses capitais intelectuais que caracterizam nossa capacidade de realização.

A esta altura cabe esclarecer: não estou defendendo o enclausuramento do conhecimento individual, mas sim o auto-conhecimento para que cada profissional assuma as rédeas de sua evolução. Compartilhar ou não deve sempre ser uma decisão ganha-ganha – e eu estimulo o compartilhamento porque acredito que há inúmeras formas de se ganhar algo em troca (mesmo que seja a sensação de fazer o bem).

O “método”

Criei uma singela ficha onde é possível enumerar seus capitais intelectuais, divididos nos três tipos. Sugiro preencher uma ficha para cada contexto em você atua (afinal, você atua em diversos contextos diferentes fazendo uso de um leque de capitais diferentes em cada um deles). 

(mais…)

21/novembro/2008

Capital Intelectual – O grande desafio das organizações

Arquivado em: capital intelectual,gestão do conhecimento — Marcelo Yamada @ 9:26 am
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O título deste post é o título do livro de José Renato Santiago Sátiro Júnior sobre mensuração do capital intelectual e do retorno das iniciativas de gestão do conhecimento. Eu já havia folheado a tese de doutorado do José Renato e decidi comprar o livro – há seis meses – que consegui ler agora.

Este é um livro que você deve ter em sua estante. Se há algo em que não pretendo investir meu tempo é na compilação de modelos para mensuração do valor do capital intelectual. José Renato já fez esse excelente trabalho por todos nós.

No capítulo 5 há modelos financeiros em abundância. No capítulo 6 estão os modelos especializados em capital intelectual. No capítulo 7 José Renato ministra uma aula sobre a forma correta de se definir indicadores e realizar medições.

Depois de conhecer tantos modelos desenhados por tantas celebridades diferentes ao longo de tantos anos, é inevitável se perguntar: “mas qual modelo devo utilizar?” A resposta, eu diria, é: estude todos e faça o seu. Ou melhor, se tiver sorte: estude todos e encontre um modelo que tenha representatividade (ou seja, adoção ampla) em seu segmento de mercado (nacional ou internacional) e avalie sua possível adoção. Adotar um modelo que é utilizado em outras organizações similares lhe proporcionará a possibilidade do aprendizado pela comparação de resultados. É o que ocorre, por exemplo, com a adoção do Modelo de Excelência em Gestão (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

Continuando a leitura você encontrará no capítulo 8 um estudo de caso do autor contendo um roteiro para implementação da gestão do conhecimento e – é claro – para definição de indicadores e formas de mensuração.

O restante do livro – os capítulos 9 a 13 – apresentam em detalhes os resultados da pesquisa realizada pelo autor com mais de 100 empresas brasileiras a respeito dos resultados esperados e obtidos na implementação de práticas de gestão do conhecimento e do capital intelectual.

É um grande volume de dados que o levará a se perguntar “como utilizar esses dados?”

Minha sugestão: faça sua lição de casa (descubra o que é a gestão do conhecimento para sua organização, quais são os ativos intangíveis importantes, qual será sua estratégia e quais serão suas métricas) e então compare suas definições com os dados reveladores dessas mais de 100 empresas que responderam à pesquisa.

Ah, um lembrete importante: esse não é um livro sobre teorias de gestão do conhecimento e do capital intelectual. Mais uma vez, faça sua lição de casa antecipada: conheça Nonaka, Davenport, Senge, Stewart, Edvinsson e outros através da bibliografia já consagrada.

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