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11/janeiro/2012

O crowdsourcing funciona? – PM Network Magazine

Arquivado em: Sem categoria — Marcelo Yamada @ 1:21 pm
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No final do ano passado tive o prazer de contribuir (a convite de uma jornalista a serviço da PM Network magazine, uma publicação mensal do Project Management Institute) para um artigo a respeito da aplicabilidade do crowdsourcing na aquisição de produtos e serviços em projetos, e esse artigo foi publicado agora na edição de janeiro da revista.

A chamada de capa é “Does crowdsourcing work?” (“O Crowdsourcing funciona?”) e o título do artigo é “Crowdsourcing projects can tap into a huge talent pool and cut costs – but also raise quality and security risks” (“Tercerizar projetos por crowdsourcing pode alcançar enormes bolsões de talento e reduzir custos – mas pode também aumentar os riscos de qualidade e segurança”).

Anexei aqui ao post as páginas do artigo (pmnetwork201201-dl-artigo-crowdsourcing), que ficou bastante rico com as diversas contribuições dos vários entrevistados.

Será um prazer conhecer a opinião de vocês.

6/julho/2011

Networking e oficinas de negócios para quem é ou pretende ser empresário, por Raquel Marques e Débora Andrade

Arquivado em: Sem categoria — Marcelo Yamada @ 1:30 pm
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Minha colega Raquel Marques, da Social Bureau (em iniciativa conjunta com Débora Andrade), está lançando um conjunto de oficinas sobre empreendedorismo com o objetivo de esclarecer e capacitar potenciais empreendedores através da discussão coletiva durante os encontros.

Vejo que é a junção de dois temas a que a Raquel tem se dedicado: empreendedorismo e redes sociais.

A proposta é interessante:

Como serão as oficinas?

Trazendo pontos de vista distintos, Débora e eu vamos provocar você sobre suas motivações e incômodos em questões somo motivações para empreender, relações de poder, papel da família na empresa, criatividade, exposição e persuasão, disciplina e organização.
A proposta é conduzir coletivamente a discussão construindo significados e caminhos a partir das idéias do grupo.
Além disso fazer muito networking entre pessoas que certamente tem um enorme potencial para ser seu cliente ou parceiro de negócios.
É o poder da rede e da inteligência coletiva.

(…)

Temas e datas
1- Por que você quer ser empreendedor?, terça 4/Agosto – 19h
2- O que você compreende que seja o “mundo dos negócios”?, terça 16/Agosto – 19h
3- Tolerância a Riscos & Planejamento Financeiro, terça 01/Setembro – 19h
4- Família e Trabalho, terça 13/Setembro – 19h
5- Disciplina & Organização & Tempo, terça 27/Setembro – 19h
6- Exposição, negociação e persuasão, terça 18/Outubro – 19h
7- Criatividade na busca de oportunidades e iniciativas, terça 8/Novembro – 19h
8- Objetivos & Metas, terça 22/Novembro – 19h

Os detalhes completos sobre a abordagem em cada um dos temas e as condições para participação estão no hotsite: www.projetoempreenda.com.br

13/março/2010

E-mail é a principal ferramenta de compartilhamento de conteúdo

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 2:07 am
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Tiago Dória publicou em seu blog homônimo o artigo Após 29 anos, o e-mail continua firme e forte, em que compartilha – com apoio de diversas referências – que o e-mail é a principal ferramenta de compartilhamento de conteúdo, muito longe dos concorrentes mais chamativos como Orkut, Facebook, MySpace, Twitter e outros.

Os argumentos vocês podem ler diretamente lá. Mas é fácil concordar que os e-mails, sim, são mais populares – porque têm uma base de usuários mais antiga e abrangente, além de outras características apontadas nas referências (como privacidade).

A questão é: devemos reconhecer o e-mail como ferramenta de compartilhamento e colaboração ou elaborar estratagemas para trazer esse público para as ferramentas colaborativas mais recentes?

Meu palpite: do ponto de vista da gestão do conhecimento corporativo, e-mails não são a melhor opção – pois os mailboxes são individuais. Os repositórios coletivos serão sempre mais seguros no longo prazo.

Mas ainda assim a solução pode não ser a migração forçada de usuários para ferramentas de colaboração. Uma solução simples é o arquivamento das mensagens de correio eletrônico em servidores compartilhados.

E até agora não conheço nada tão eficiente quanto o recurso de pastas públicas dos servidores Microsoft Exchange. Ou recursos similares de servidores concorrentes. E repito para a Microsoft o que outros tantos administradores de correio eletrônico já estão dizendo em outros fóruns: o Sharepoint não é um substituto adequado. Faltam-lhe a navegabilidade e facilidade de busca característicos do cliente de correio (como o Microsoft Outlook ou qualquer outro similar).

12/março/2010

Ponderações sobre o Twitter

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 11:48 pm
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Seguindo uma sugestão de minha colega Raquel Marques (@raquelmarques) estou repetindo aqui uma sugestão que tweetei mais cedo, hoje.

Estou fazendo melhor que isso, aliás: estou compilando aqui três opiniões que postei a respeito do Twitter neste blog e no meu Twitter:

1) O Twitter me faz lembrar do Second Life

2) Twitter = era da memória descartável? http://hsm.updateordie.com/comunicacao/2010/02/ha-retorno-do-tempo-que-voce-investe-no-twitter/

3) Para que o Twitter funcione como uma rede neural, percebo que é preciso haver um acordo prévio entre os neurônios. Ou será um monólogo.

A minha principal afirmação na primeira manifestação acima foi (e continua sendo) a seguinte:

Eu definiria o Twitter no momento como “um mecanismo de acionamento imediato de redes de relacionamento”. Mesmo simples assim, soa como uma definição muito mais promissora que a definição dos mundos virtuais.

Imaginem o seguinte exemplo: digamos que eu tenha um perfil popular no Twitter. Com um foco específico: meus estudos sobre a gestão do conhecimento e temas correlatos. E digamos que eu conte com uma boa quantidade de seguidores igualmente dedicados e estudiosos dos mesmos temas.

Numa certa manhã posso publicar de meu celular no táxi algo como o seguinte post dentro dos 140 caracteres que o Twitter me permite: “Dentro de uma hora entrarei naquela reunião sobre o uso do Twitter no ambiente corporativo. Meus amigos têm alguma sugestão sobre as três melhores aplicações?” Em alguns minutos eu poderia então contar com uma compilação de bons motivos – talvez não os melhores, mas uma lista rápida sugerida por contatos de confiança. Muito mais eficaz – no tempo que teria disponível – que um punhado de telefonemas ou a postagem em um blog comum que ninguém leria em tempo.

Continua fazendo sentido para mim, mas a segunda afirmação da lista, somada à Regra do 1% (ou sua evolução Social Technographics, da Forrester), me leva à terceira.

Em resumo: continuo acreditando que o Twitter pode ser uma boa ferramenta de acionamento de sua rede de contatos para respostas rápidas a questões pontuais; porém como estatisticamente qualquer população possui um percentual pequeno de participantes ativos e as mensagens são efêmeras, rapidamente saindo do alcance dos olhos de seus seguidores, é importante para a obtenção das respostas às perguntas que você faça um acordo prévio (e provavelmente mútuo) com seus seguidores-chave. Assim, provavelmente vocês conseguirão juntos compor um tipo de… cérebro. Com neurônios muito mais complexos, naturalmente.

(Há algo de muito rústico nessa argumentação toda ainda, mas conto com a compreensão dos amigos para este raciocínio ainda em evolução.)

9/março/2010

Knowledge is power?

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 1:53 pm
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Recebi hoje um convite para participação em um evento da Cisco com o mote “Knowledge is Power“.

A associação de conhecimento a poder tem sido um tabu em gestão do conhecimento. Afinal, esta percepção estimula o isolacionismo, a proteção àquilo que é sua fonte de poder.

Compartilhar conhecimento é politicamente correto. Nesse contexto não faz sentido utilizar expressões que sugiram proteger a exclusividade na detenção de conhecimento. (*)

Mas façamos uma análise franca.

Queremos compartilhar com quem é conveniente. Queremos proteger de quem não é conveniente.

Isso justifica a existência da Segurança da Informação e a constatação de que conhecimento é poder.

Leiamos assim nas entrelinhas: “o conhecimento é poder para nós, especialistas em Cisco; compartilhemos entre nós esse conhecimento para fortalecer esse nosso poder perante os adeptos de tecnologias não-Cisco, de quem o protegeremos.”

“Nós” e “Cisco” são exemplos neste contexto, obviamente. Substitua pela categoria de especialistas de que você faz parte e pelos eventos de que você participa.

(*) Há uma apresentação chamada “Mas se conhecimento é poder….por que compartilhá-lo?“, postada há muito tempo por José Cláudio Terra, na biblioteca do site da SBGC. Lá estão os argumentos usuais sobre “porque compartilhar”.

28/fevereiro/2010

Social Technographics: uma evolução da Regra do 1%

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 12:47 am
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Aqueles que acompanham este blog já devem ter visto por aqui uma menção à Regra do 1%:

It’s an emerging rule of thumb that suggests that if you get a group of 100 people online then one will create content, 10 will “interact” with it (commenting or offering improvements) and the other 89 will just view it.

Essa regra criada a partir de estatísticas praticamente classificava os usuários de sites colaborativos (blogs, wikis, etc.) em três grupos: aqueles que criam, aqueles que comentam e aqueles que somente lêem. (Costumo relembrar os amigos de que esse é um comportamente eficaz, do ponto de vista de compartilhamento de informações e conhecimento.)

Bem, Charlene Li e Josh Bernoff apresentam em seu livro Groundswell uma classificação diferente, com mais grupos e talvez por isso mais útil. É possível conhecer a proposta dos autores no blog do Groundswell, no site da Forrester: http://blogs.forrester.com/groundswell/2010/01/conversationalists-get-onto-the-ladder.html

O comportamento dos usuários poderia ser classificado da seguinte forma, com sobreposições:

O livro vale a pena, é claro, por diversos motivos. Primeiro porque detalha essa classificação. Mas principalmente porque traz a proposta POST (People, Objective, Strategy, Technology), da Forrester. Passei a dar mais valor a esse acrônimo recentemente.

27/fevereiro/2010

Terraforum traz ao Brasil o que Tapscott chamou de Ideágoras

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 6:45 pm
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A Terraforum – mais uma vez se mostrando ágil no desenvolvimento e replicação de iniciativas inovadoras no campo das redes sociais – está trazendo ao Brasil uma iniciativa chamada Battle of Concepts.

O newsletter da Terraforum que convida à participação na iniciativa diz o seguinte:

Faça a inovação acontecer: participe do Battle of Concepts
Você gostaria de ajudar a mobilizar o Brasil em torno da inovação, envolvendo jovens brilhantes, empresas privadas e organizações governamentais? Agora você pode! Apresentamos aqui o Battle of Concepts Brasil, empresa da qual a TerraForum recentemente se tornou sócia!

Conheça o Battle of Concepts (BoC)
O Battle of Concepts, iniciativa de enorme sucesso na Holanda, tem como objetivo promover a inovação aberta por meio de “batalhas de conceitos”, em que as empresas propõem desafios (as batalhas) e estudantes universitários de todo o país apresentam soluções (os conceitos). As melhores soluções são premiadas. Na Holanda, a iniciativa vem tendo grande sucesso:
já mobilizou mais de 5 mil estudantes em mais de 100 batalhas.teve participação de cerca de 50 empresas de grande porte e organizações governamentais.entregou mais de 430 mil euros em prêmios.

Como se beneficiar do Battle of Concepts?

  • Você, executivo, recebe ideias criadas por jovens brilhantes para os desafios selecionados da sua organização e, ao final das batalhas, tem acesso aos currículos de todos os que participaram.  Além disso, sua marca terá divulgação nas melhores universidades como referência de inovação no mercado nacional.
  • Você, estudante, coloca suas ideias para circular, participa do ranking do site e concorre a prêmios em dinheiro, ganhando visibilidade perante empresas líderes do País.
  • Você, professor ou gestor de Universidade, oferece oportunidades diferenciadas para os estudantes, além de ganhar casos reais para as aulas, aproximação com empresas inovadoras e destaque no ranking das universidades
  • Nós todos, como cidadãos, ganhamos empresas mais inovadoras, estudantes mais ativos e capacitados e maior interação entre universidades e empresas

Esse é um dos sete modelos de negócios dos tempos da colaboração que Don Tapscott menciona em seu livro Wikinomics. Ele o chamou de Ideágoras.

Torço pelo sucesso da BoC e recomendo a leitura do livro.

16/fevereiro/2010

A Sabedoria das Multidões, de James Surowiecki

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 1:22 pm
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Terminei neste Carnaval a leitura do livro A Sabedoria das Multidões, de James Surowiecki.

Meu amigo Rafael Viñas já está se acostumando a este meu parecer, comum a outros livros ou artigos: o texto é bastante interessante – mas inconclusivo.

Surowiecki procura demonstrar através de inúmeros exemplos a eficácia das decisões coletivas (em prévias eleitorais, bolsas de apostas, concursos e suas variações) em relação a decisões tomadas de forma centralizada. “Decisões coletivas”, neste contexto, se refere à manifestação de centenas ou milhares de pessoas, não ao levantar de mãos em reuniões com dez ou vinte participantes.

As pré-condições para o bom funcionamento da sabedoria das multidões seriam:

  • diversidade
  • independência
  • descentralização – com mecanismos de agregação

A sabedoria das multidões também não seria uma solução universal para todas as situações, mas em especial para a solução de três tipos de problemas:

  • problemas cognitivos (“quanto você acha que vale…”, “…que pesa…”, etc.)
  • problemas de coordenação
  • problemas de cooperação

Sim, vale a leitura – mas os insights são por sua conta. O que também é de certa forma rico, se você puder reunir um grupo de confiança para debater o real impacto dos fatos apresentados pelo autor.

18/outubro/2009

“The Fun Theory” para criação de ambiente propício ao compartilhamento?

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:12 pm
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A revista Época, da editora Globo, mantém entre outros blogs um deles a respeito de variedades – bom conteúdo para atenuar a aspereza do dia-a-dia – chamado Bombounaweb.

Em sua grande maioria tratam-se de vídeos selecionados no YouTube contendo cenas engraçadas ou polêmicas que se tornaram fenômenos de visitação por motivos diversos.

Na edição de 19 de outubro de 2009 (publicada hoje) os jornalistas responsáveis pelo blog indicaram um vídeo pertencente ao site “The Fun Theory“, mantido pela Volkswagen alemã.

TheFunTheory-VWNas palavras do próprio site:

This site is dedicated to the thought that something as simple as fun is the easiest way to change people’s behaviour for the better. Be it for yourself, for the environment, or something entirely different, just so long as it’s change for the better.

De forma muito breve, a iniciativa sugere que é possível fazer as pessoas mudarem seu comportamento bastando para isso tornar sua participação (no que quer que seja) mais divertida.

Que tal pensar nisso como uma forma de tornar o ambiente mais propício ao compartilhamento?

Recomendo ver os vídeos do site como fonte de inspiração.

5/agosto/2009

O Twitter me faz lembrar do Second Life

Digo que o Twitter me faz lembrar do Second Life porque há dois anos o Second Life contava com o mesmo prestígio desfrutado nas últimas semanas pelo Twitter.

Reportagens especiais nas revistas Veja e na Época, nos principais jornais do país e nos noticiários da Rede Globo. A promessa de uma revolução ainda não compreendida. Relatos de casos de empresas que se antecipavam no mundo virtual na tentativa de compreendê-lo e capturar sua fatia dessa nova oportunidade.

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