myGC :: Gestão do Conhecimento

18/Outubro/2009

“The Fun Theory” para criação de ambiente propício ao compartilhamento?

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:12 pm
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A revista Época, da editora Globo, mantém entre outros blogs um deles a respeito de variedades – bom conteúdo para atenuar a aspereza do dia-a-dia – chamado Bombounaweb.

Em sua grande maioria tratam-se de vídeos selecionados no YouTube contendo cenas engraçadas ou polêmicas que se tornaram fenômenos de visitação por motivos diversos.

Na edição de 19 de outubro de 2009 (publicada hoje) os jornalistas responsáveis pelo blog indicaram um vídeo pertencente ao site “The Fun Theory“, mantido pela Volkswagen alemã.

TheFunTheory-VWNas palavras do próprio site:

This site is dedicated to the thought that something as simple as fun is the easiest way to change people’s behaviour for the better. Be it for yourself, for the environment, or something entirely different, just so long as it’s change for the better.

De forma muito breve, a iniciativa sugere que é possível fazer as pessoas mudarem seu comportamento bastando para isso tornar sua participação (no que quer que seja) mais divertida.

Que tal pensar nisso como uma forma de tornar o ambiente mais propício ao compartilhamento?

Recomendo ver os vídeos do site como fonte de inspiração.

5/Agosto/2009

O Twitter me faz lembrar do Second Life

Digo que o Twitter me faz lembrar do Second Life porque há dois anos o Second Life contava com o mesmo prestígio desfrutado nas últimas semanas pelo Twitter.

Reportagens especiais nas revistas Veja e na Época, nos principais jornais do país e nos noticiários da Rede Globo. A promessa de uma revolução ainda não compreendida. Relatos de casos de empresas que se antecipavam no mundo virtual na tentativa de compreendê-lo e capturar sua fatia dessa nova oportunidade.

(mais…)

2/Maio/2009

O papel na inteligência coletiva na Gestão do Conhecimento

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 4:45 pm
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Esta foi uma semana agitada.

Meus colegas do movimento Wikieducação – que defende uma atuação da iniciativa privada para a viabilização de novos modelos de aprendizagem (vale a pena visitar o site oficial para conhecer sua proposta) – me questionaram há alguns dias sobre os pontos de coincidência e de divergência entre os temas “Inteligência Coletiva” e “Gestão do Conhecimento”.

Nosso bate-papo resultou em um artigo e uma entrevista em áudio que estão disponíveis em http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Marcelo_Yamada.

Para provocar sua curiosidade, antecipo que defendo no artigo que os dois temas são bastante diferentes – mas que a devida utilização da IC pode ser de grande utilidade para a GC.

Tecnologia da Informação aplicada à Gestão do Conhecimento

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 4:34 pm
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Uma das perguntas mais tradicionais da GC é “qual é o papel da TI?” Sei que a pergunta é recorrente porque é um dos termos de busca mais freqüentes nas estatísticas deste blog.

A pergunta é recorrente porque ninguém deseja correr o risco de superestimar o papel da TI como ocorreu há alguns anos mas ao mesmo tempo é consenso que a TI é um catalizador de transformações em qualquer área da administração de empresas.

Agora foi a minha vez de responder a esse questionamento.

Na mesma edição do newsletter sobre EAD do Senac São Paulo que comentei no post anterior, concedi uma entrevista para apresentar meu entendimento.

O resultado está no artigo “Recursos Tecnológicos aliados à Gestão do Conhecimento”, disponível no seguinte endereço: http://www.ead.sp.senac.br/newsletter/abril09/ead.asp?nome=tecnologia.

Dizendo de forma mais sistemática o que expliquei à minha entrevistadora, visualizo neste momento quatro utilidades para a TI na GC:

1) para registro e compartilhamento de conhecimento em formato  explícito (escrito ou gravado) = portais, blogs, wikis, workflow,  podcasts, videocasts

2) para aproximação de especialistas, para que compartilhem (exercitem, aprendam) conhecimento tácito = ferramentas de colaboração, como fóruns, salas de reunião virtual,  teleconferências e videoconferências, redes sociais

3) indiretamente para apoio a processos de outras especialidades que beneficiam a gestão do conhecimento = quaisquer ferramentas de gestão da informação, sistemas de gestão de competências, ferramentas de e-Learning, que auxiliem na disponibilização de informações ao trabalhador do conhecimento ou na geração de competências

4) para a gestão propriamente dita = ferramentas que auxiliem no mapeamento das competências organizacionais e permitam identificar e acompanhar seu vínculo com os objetivos estratégicos da organização por um lado e, por outro lado, o desempenho das iniciativas que produzem essas competências organizacionais (ou seja, processos, competências pessoais e relacionamentos com outras pessoas e organizações importantes)

Adorarei conhecer a visão de meus colegas leitores.

12/Abril/2009

Compilação de tudo que se escreveu sobre colaboração e o mundo 2.0

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:25 pm
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Fabiano Caruso mais uma vez nos presenteia com um achado: um trabalho de compilação das teorias (em sua maior parte livros, eu presumo) que se propõem a estudar o fenômeno da colaboração em massa e de tudo de que se chama de “alguma-coisa-2.0″.

O post de Venkatesh Rao oferece resenhas para grande parte das teorias.

Um bom compêndio para se ler e para se ter.

O artigo “The Facebook Generation vs Fortune 500″ recomendado por Fabiano também vale a leitura.

8/Março/2009

Kit para Compartilhamento do Conhecimento

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 4:08 pm
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Afinal, mais um achado.

Através de um post no blog de Nancy White cheguei ao site do Knowledge Sharing Toolkit, desenvolvido e mantido em ferramenta wiki pelo programa ICT-KM do Grupo Consultivo em Pesquisa Agrícola Internacional (CGIAR) em conjunto com a FAO (ONU). Links explicativos para o significado do programa e do grupo estão disponíveis no link do toolkit.

É um compêndio interessante de uma grande quantidade de ferramentas e métodos para compartilhamento de conhecimento.

E mais que um mero glossário, o toolkit propõe um processo de seleção da(o) ferramenta/método adequada(o) que se inicia com a identificação do contexto vigente.

E com mais uma característica que me agrada: foi criado e é mantido coletivamente. Sem símbolos de copyright que indiquem uso exclusivamente comercial por seu criador.

This evolving resource – continually updated, edited, expanded, and critiqued in wiki fashion – is targeted mainly on scientists, research support teams, and administrators in the 15 international centers of the CGIAR. But it also serves their partner organizations, as well as development organizations working in areas other than agriculture. And it benefits from their diverse feedback too.

Esta é, portanto, mais uma coisa que não preciso me preocupar em fazer: compilar soluções para compartilhamento e definir critérios para sua seleção.

20/Novembro/2008

Web 2.0 em guerra com a Gestão do Conhecimento?

Arquivado em: Colaboração, gestão do conhecimento — Marcelo Yamada @ 7:00 pm
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O post “Mídia Social vs. Gestão do Conhecimento” do blog de Fabiano Caruso que mencionei em meu post anterior faz menção também ao artigo “Social Media vs. Knowledge Management: A Generational War” de Venkatesh G. Rao, que resolvi ler com mais cuidado. Confesso que não entendi muito bem a proposta pelo resumo de Fabiano, então recorri diretamente à fonte (veja que beleza esta característica dos blogs!) e cheguei às minhas próprias conclusões.

Em um resumo resumidíssimo, o autor afirma que profissionais de gestão do conhecimento e profissionais especializados em mídia social estão em guerra, embora muitos não o tenham percebido; dizem que estão falando a mesma coisa, mas não estão; se consideram (ambos) auto-suficientes, e não estão dispostos a ouvir a abordagem do “grupo oponente”. Em disputa, a princesa: o cliente antenado que anseia pela solução para seus problemas (o Enterprise 2.0).

Eis o trecho inicial da argumentação: “KM and SM look very similar on the surface, but are actually radically different at multiple levels, both cultural and technical, and are locked in an undeclared cultural war for the soul of Enterprise 2.0.

Bem, li o artigo e acredito que não há conflito. Não segundo minhas próprias definições, em que a gestão do conhecimento tem por objetivo preservar e desenvolver conhecimentos que são estratégicos para a corporação e iniciativas de “mídia social” (de colaboração em massa) são práticas genéricas que podem estar a serviço da GC – assim como podem estar a serviço do Marketing, do desenvolvimento de software ou da mais pura diversão.

Entendo que as iniciativas de colaboração – assim como as práticas de gestão de recursos humanos, as ferramentas de tecnologia de informação e as práticas de gestão de processo, entre outras – têm seus próprios propósitos e sua própria evolução. E por vezes, sim, serão úteis à gestão do conhecimento. Afinal, às vezes poderá ser útil promover a conversação, presencial ou remota. E às vezes não. Acredito que nem só de colaboração viverá a GC. Ou seja: Web 2.0 não basta às organizações.

Por fim, a profecia de Venkatesh no tópico How the War Will End: “KM will quietly die, and SM will win the soul of Enterprise 2.0, with the Gen X (*) leadership quietly slipping the best of the KM ideas into SM as they guide the bottom-up revolution.

(*) O autor descreve o conflito como um conflito de valores e visões entre os baby-boomers e a geração Y (diferenças que, de fato, devem existir e ter suas implicações práticas). Entre as duas está a geração X, dos trintões e quarentões (a que eu pertenço).

Sim, é possível que esse seja o futuro cenário. Mas não o vejo assim fatídico – e sim como um natural processo evolutivo.

Seria Venkatesh um caso como o dos japoneses do interior do Brasil que por vários anos após o final da segunda guerra mundial acreditavam que o Japão ainda estava em guerra (ou seja, a guerra existia apenas em suas realidades imaginárias)? Ou serei eu um daqueles a quem o sr. Venkatesh se referia quando disse que “most of the combatants don’t even realize they are in a war“?

Gestão do Conhecimento 2.0 é um retorno à Gestão do Conhecimento 0.0?

Arquivado em: Colaboração, gestão do conhecimento — Marcelo Yamada @ 10:20 am
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O sufixo “2.0″ tem sido amplamente utilizado para indicar tudo aquilo que é realizado colaborativamente, ou seja, com a participação massiva dos usuários usualmente por meio de ferramentas de tecnologia da informação disponibilizadas via internet. Do termo “web 2.0″ cunhado pela O’Reilly em 2005 têm se originado derivações como “GC 2.0″, “Governo 2.0″, “Marketing 2.0″ e outros.

Através do post “Mídia Social vs. Gestão do Conhecimento” no blog de Fabiano Caruso (obrigado, Fabiano) cheguei ao post de Dave Pollard sobre a “GC 2.0″ chamado “Friday Flashback: KM 0.0 — A Pragmatic Approach to Social Networking and Knowledge Management for Business“, em que Pollard afirma que a tal “GC 2.0″ nada mais é que um retorno às práticas de gestão individual de conhecimento (PKM – Personal Knowledge Management), e portanto deveria ser mais apropriadamente chamada de “GC 0.0″ (numeração para trás, e não para frente, portanto).

Foto do autor

Dave Pollard

O artigo de Pollard é interessante por dois motivos: primeiro, porque enumera um conjunto de práticas e ferramentas que podem ser utilizadas pelos indivíduos para a gestão de seu conhecimento pessoal. Neste sentido, “PKM” é entendido como “Personal KM”.

O segundo motivo é porque em certo grau discordo dele. Pessoalmente acredito que “PKM” deva ser entendido como “PK Management” – ou seja, como um esforço corporativo para o gerenciamento do conhecimento pessoal.

O PKM se entendido dessa forma provavelmente implicará no estímulo dentre os profissionais da organização à adoção dessas mesmas práticas e ferramentas, mas como parte de um conjunto de ações providas de propósito no contexto corporativo.

A “GC 2.0″ não é, assim, reedição da “GC 0.0″.

Gestão do conhecimento, a meu ver, é um empreendimento corporativo – e que portanto implica na execução sistemática de processos de administração (por definição: planejamento, organização, supervisão, direção e controle) para benefício da organização como um todo, e não somente dos profissionais individualmente.

É importante dizer também que nesse contexto os repositórios centralizados (amaldiçoados como característicos da “GC 1.0″ concebida na década de 90) têm papel importante, para acesso aos registros produzidos e aprimorados pelos outros profissionais da mesma organização. Embora não se possa cometer o mesmo erro da supervalorização da TI como sinônimo de GC, não se pode cometer o novo erro de ignorar a TI como ferramenta de GC.

O artigo original vale a leitura.

Dave, just in case you get to this point: if you think my point of view may be interesting to you, just leave a comment and I will send you my thoughts in english. Congratulations for your post.

11/Junho/2008

Uma ótima visão sobre as funções de um portal corporativo

Arquivado em: Tecnologia, gestão do conhecimento — Marcelo Yamada @ 8:16 am
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Ricardo Saldanha publicou em seu blog “Intra 2.0” um post chamado “Agregando valor em ambientes digitais corporativos – Colaboração e a visão do todo (última parte)” que propõe uma (a meu ver) ótima representação para as funções dos chamados Portais Corporativos.

Há muitos textos disponíveis em livros e na internet a respeito do uso de portais no ambiente corporativo, mas considero o modelo proposto pelo Ricardo muito bom por ser objetivo e bem delimitado, substituindo (como é o papel de uma boa imagem, que vale por mil palavras) muitas páginas de texto corrido.

Cada círculo representa uma possível abordagem na análise das funções de um portal corporativo. As sobreposições, naturalmente, representam funcionalidades que atendem a duas classificações simultaneamente.

Fonte: blog “Intra 2.0″, de Ricardo Saldanha. Todos os direitos intelectuais sobre essa representação pertencem ao mesmo.

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