Este é o curso de pós-graduação lato sensu de que faço parte. O material de divugação ficou muito bom este ano
Mais informações aqui.
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Este é o curso de pós-graduação lato sensu de que faço parte. O material de divugação ficou muito bom este ano
Mais informações aqui.
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Este é um post curto e objetivo.
O blog Elearningpost trouxe-me o post (também curtíssimo) “Handbook of emerging technologies for learning“, que nos leva ao “Handbook of Emerging Technologies for Learning” do Learning Technologies Centre (LTC).
Não li extensamente o handbook, mas acho a iniciativa digna de nota. Seus autores avaliaram e documentaram a aplicabilidade de diversas novas tecnologias da informação às iniciativas de aprendizagem. Concordando com seus critérios ou não, um compêndio é sempre um bom começo.
Estão novamente abertas as inscrições para o curso “Fundamentos de Gestão do Conhecimento”, que desenvolvi com o Senac São Paulo.
A página de divulgação do curso com informações sobre o programa e as orientações para inscrição está disponível neste link.
O curso ocorrerá entre janeiro e fevereiro na unidade Nove de Julho do Senac, nas noites de 3af e 5af.
A proposta do curso não é apresentar conceitos comumente relacionados à Gestão do Conhecimento como se fossem simplesmente grandes verdades – mas sim confrontá-las aula-após-aula.
Este foi um processo muito interessante adotado já na primeira turma, com ótimos resultados.
Espero encontrá-los lá.
Ocorreu neste sábado a aula final da primeira turma do curso “Fundamentos de Gestão do Conhecimento”, que projetei e ministrei a convite do Senac de São Paulo.
O curso, que tem como proposta desenvolver no aluno a competência necessária à análise crítica das teorias e práticas de Gestão do Conhecimento que são apresentadas pela literatura e pelo mercado, foi concluído com a apresentação do trabalho final dos grupos de alunos – um modelo teórico que concilie e explique a integração entre todos os tópicos vivenciados durante o curso.
O resultado – os modelos e a discussão em sala durante a apresentação dos mesmos – comprovam que nosso objetivo foi atingido.
Parabenizo aqui a todos pelo bom trabalho realizado e afirmo com satisfação: bem-vindos à Gestão do Conhecimento.
Estou ministrando neste bimestre maio-junho o curso “Fundamentos de Gestão do Conhecimento”, na unidade Nove de Julho do Senac de São Paulo, e experimentarei registrar neste post (com ampliação incremental) algumas lições aprendidas.
(Escrevi um post sobre esse curso no meu outro blog, o Pilha de Leituras.)
A turma é multi-disciplinar, o que produz discussões muito interessantes e algumas conclusões importantes (a meu ver). Em especial na interligação entre a gestão do conhecimento e outros temas adjacentes, que é uma das estratégias de aprendizagem desse curso.
Uma destas interligações, por exemplo, ocorreu em uma discussão no sábado passado a respeito de Inteligência Competitiva. Concluímos, naquela discussão, que a Inteligência Competitiva é um elemento de perturbação (saudável) no ambiente interno da organização – um evento que provoca instabilidade e pode proporcionar a inovação (como defenderam Nonaka/Takeuchi e Davenport/Prusak, autores discutidos nas duas últimas aulas).