myGC :: Gestão do Conhecimento

30/julho/2010

Alguém quer desenvolver um serviço on-line para gestão do conhecimento?

Arquivado em: Sem categoria — Marcelo Yamada @ 11:50 pm
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Eu explico melhor.

Conheci há alguns dias um novo aplicativo para iPad chamado Flipboard (http://www.flipboard.com).

Nas palavras dos desenvolvedores: Flipboard is the world’s first social magazine. Your Flipboard is a fast, beautiful way to flip through news, photos and updates your friends are sharing on Facebook and Twitter. And it’s an incredible place to discover fresh content from around the Twittersphere.

Acho que uma imagem vai transmitir melhor a ótima impressão que tive. Veja a imagem abaixo, extraída da página do aplicativo no iTunnes Application Store:

Que tal? Parece simplesmente mais uma nova revista eletrônica, certo? Pois é. O “truque” que me impressionou foi o seguinte: o Flipboard é um visualizador de itens publicados no Twitter e na página de comentários do Facebook. O Flipboard faz a leitura dos tweets e compõe graficamente as páginas com os textos e links recomendados nos tweets das pessoas que você segue. Repentinamente, a leitura pesada das quase infinitas linhas de texto que aparecem no seu Twitter se tornam uma revista – toda gráfica, ilustrada, com colunas e quadros de diversos formatos, folheável. Uma leitura prazeirosa.

De novo: qual é o grande barato do Flipboard? Eles não produzem conteúdo. Todo o conteúdo exibido no seu exemplar de Flipboard é extraído de grandes bases de dados dos sites Twitter e Facebook.

Tecnicamente, esse aplicativo é um mashup. Definição da Wikipedia aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mashup

De que forma isso me inspirou a sugerir um serviço (um aplicativo) on-line para gestão do conhecimento?

Pois bem, vamos ao devaneio: e se pudéssemos conceber um aplicativo útil para a gestão do conhecimento que também pudesse fazer uso de informações já cadastradas em sites de redes sociais? Isso descartaria a barreira do cadastramento de informações que tipicamente impedem o sucesso das ferramentas já criadas para formação de bases de conhecimento, páginas amarelas e propostas do gênero.

E se pudéssemos criar um serviço on-line que a partir de suas informações cadastradas no Twitter, Facebook, Orkut, LinkedIn, Del.icio.us, Google Reader e outras fontes pudesse elaborar automaticamente as suas Páginas Amarelas do Conhecimento e a sua Análise de Redes Sociais (SNA – http://en.wikipedia.org/wiki/Social_network)? Que tal? Que tal poder contar com esses resultados sem ter que pedir a ninguém que cadastre qualquer coisa, evitando assim o insucesso causado pelo trabalho adicional que isso costuma impor às pessoas?

Ok, é preciso pensar mais um pouco e dedicar os esforços de um analista de requisitos (de uma equipe de desenvolvimento de software) para entender melhor como viabilizar essa proposta. Mas eu posso ser um bom usuário para ajudar nessa especificação.

Alguém se candidata?

13/março/2010

E-mail é a principal ferramenta de compartilhamento de conteúdo

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 2:07 am
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Tiago Dória publicou em seu blog homônimo o artigo Após 29 anos, o e-mail continua firme e forte, em que compartilha – com apoio de diversas referências – que o e-mail é a principal ferramenta de compartilhamento de conteúdo, muito longe dos concorrentes mais chamativos como Orkut, Facebook, MySpace, Twitter e outros.

Os argumentos vocês podem ler diretamente lá. Mas é fácil concordar que os e-mails, sim, são mais populares – porque têm uma base de usuários mais antiga e abrangente, além de outras características apontadas nas referências (como privacidade).

A questão é: devemos reconhecer o e-mail como ferramenta de compartilhamento e colaboração ou elaborar estratagemas para trazer esse público para as ferramentas colaborativas mais recentes?

Meu palpite: do ponto de vista da gestão do conhecimento corporativo, e-mails não são a melhor opção – pois os mailboxes são individuais. Os repositórios coletivos serão sempre mais seguros no longo prazo.

Mas ainda assim a solução pode não ser a migração forçada de usuários para ferramentas de colaboração. Uma solução simples é o arquivamento das mensagens de correio eletrônico em servidores compartilhados.

E até agora não conheço nada tão eficiente quanto o recurso de pastas públicas dos servidores Microsoft Exchange. Ou recursos similares de servidores concorrentes. E repito para a Microsoft o que outros tantos administradores de correio eletrônico já estão dizendo em outros fóruns: o Sharepoint não é um substituto adequado. Faltam-lhe a navegabilidade e facilidade de busca característicos do cliente de correio (como o Microsoft Outlook ou qualquer outro similar).

9/março/2010

TI Inside: Gestão do conhecimento reduz 60% dos custos de suporte

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 9:10 am
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O artigo que comento aqui na verdade foi publicado em diferentes versões em diversos sites e newsletters.

O artigo da TI Inside me fez escrever porque optou por levar a Gestão do Conhecimento ao título do artigo: Gestão do conhecimento reduz 60% dos custos de suporte.

O conteúdo-chave é o seguinte:

Um estudo realizado pelo Consortium for Service Innovation (CSI) descobriu que um service desk/Centro de Suporte de qualquer natureza pode reduzir os custos em até 60%, apenas adotando as melhores práticas de gestão do conhecimento.
Segundo dado constatado pelo CSI os departamentos de suporte gastam 80% do tempo de seu trabalho solucionando 20% dos problemas que são mais freqüentes e repetitivos e alguns casos mostram que corporações conseguiram grande redução de custos apenas criando um sistema de base de conhecimento para esses chamados mais frequentes.

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18/fevereiro/2010

Blog de Apin Talisayon: uma grande caixa de ferramentas para GC

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 12:21 pm
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Há muito tempo tenho comigo a pendência de analisar o blog de Apin Talisayon para publicar aqui um post que indique as principais propostas do autor. O blog está disponível no seguinte endereço: http://apintalisayon.wordpress.com/

Desisti de esperar.

O ritmo de produção de artigos por Talisayon (ou Serafin, abreviado para Apin) é muito maior que a minha capacidade de ler e processar tudo que sigo em meu leitor de feeds.

Compartilho com meus leitores a tarefa de avaliar os processos propostos pelo mesmo.

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Tema: Rubric. Blog no WordPress.com.

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