
Ocorreu ontem no Hotel Renaissance, em São Paulo, a cerimônia de premiação do MAKE Award Brasil 2011.
Além dos reconhecimentos especiais em cada um dos oito critérios da metodologia MAKE (cujo destaque foi a Ericsson Brasil, premiada em quatro dos oito critérios), os oito finalistas foram assim rankeados:
1º lugar: Schincariol, com sua Arquitetura de Gestão do Conhecimento
2º lugar: Ericsson Brasil, com sua estratégia global de gestão do conhecimento e colaboração
3º lugar: Tecnisa, com seu conjunto amplo de práticas de Gestão do Conhecimento
4º lugar: Petrobrás, com seu Programa de Sucessão Gerencial
5º lugar: Thyssen Krupp, com seu programa de incentivo à troca de experiências e conhecimento
6º lugar: Sebrae-SP, com a iniciativa de Redes Internas de Conhecimento
7º lugar: MPX, com seu Projeto Memória
8º lugar: UFSC, com suas práticas de Gestão Colaborativa da pós-graduação em engenharia e gestão do conhecimento (EGC)
Meus parabéns a todos os participantes.
Detalhes sobre os cases estão disponíveis em revista impressa que foi distribuída em primeira mão durante o evento, ontem, e tenho certeza de que em breve estarão publicamente disponíveis para o público em geral.
Ah! ocorreu ontem também a premiação “Executivo de Gestão do Conhecimento do Ano de 2011″. Os mais votados, dentre os cinco finalistas indicados pela comunidade da TKN Brasil foram:
1º: Luís Flávio Esteves, da 2D Tecnologia
2º: Patrícia Sá Freire, da UFSC
3º: Marcelo Yamada (eu!), da Promon
4º: Elisabeth Gomes, da Plugar
5º: André Saito, da Allagi Open Innovation
Agradeço a todos os amigos que fiz no universo da GC ao longo dos últimos anos e que foram os responsáveis por minha indicação e premiação no evento de ontem. Sua indicação foi, para mim, o melhor reconhecimento que eu poderia receber.
Um abraço a todos!
Como parte do processo de premiação também está sendo publicado na edição desta semana da revista ISTOÉ (número 2087, de 11/11/09) um encarte especial sobre os atuais desafios da sociedade, o prêmio MAKE e as 10 finalistas.
Já há algum tempo tenho estado intrigado com a possibilidade da adoção de um modelo de mercado que represente melhores práticas em Gestão do Conhecimento.