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27/outubro/2011

Vencedores do MAKE Award Brasil 2011

Arquivado em: Sem categoria — Marcelo Yamada @ 8:45 am
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Ocorreu ontem no Hotel Renaissance, em São Paulo, a cerimônia de premiação do MAKE Award Brasil 2011.

Além dos reconhecimentos especiais em cada um dos oito critérios da metodologia MAKE (cujo destaque foi a Ericsson Brasil, premiada em quatro dos oito critérios), os oito finalistas foram assim rankeados:

1º lugar: Schincariol, com sua Arquitetura de Gestão do Conhecimento

2º lugar: Ericsson Brasil, com sua estratégia global de gestão do conhecimento e colaboração

3º lugar: Tecnisa, com seu conjunto amplo de práticas de Gestão do Conhecimento

4º lugar: Petrobrás, com seu Programa de Sucessão Gerencial

5º lugar: Thyssen Krupp, com seu programa de incentivo à troca de experiências e conhecimento

6º lugar: Sebrae-SP, com a iniciativa de Redes Internas de Conhecimento

7º lugar: MPX, com seu Projeto Memória

8º lugar: UFSC, com suas práticas de Gestão Colaborativa da pós-graduação em engenharia e gestão do conhecimento (EGC)

Meus parabéns a todos os participantes.

Detalhes sobre os cases estão disponíveis em revista impressa que foi distribuída em primeira mão durante o evento, ontem, e tenho certeza de que em breve estarão publicamente disponíveis para o público em geral.

Ah! ocorreu ontem também a premiação “Executivo de Gestão do Conhecimento do Ano de 2011″. Os mais votados, dentre os cinco finalistas indicados pela comunidade da TKN Brasil foram:

1º: Luís Flávio Esteves, da 2D Tecnologia

2º: Patrícia Sá Freire, da UFSC

3º: Marcelo Yamada (eu!), da Promon

4º: Elisabeth Gomes, da Plugar

5º: André Saito, da Allagi Open Innovation

Agradeço a todos os amigos que fiz no universo da GC ao longo dos últimos anos e que foram os responsáveis por minha indicação e premiação no evento de ontem. Sua indicação foi, para mim, o melhor reconhecimento que eu poderia receber.

Um abraço a todos!

9/novembro/2009

Promon Engenharia é a vencedora do Prêmio MAKE Brasil 2009

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 11:14 pm
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MAKE

Foi hoje e foi muito bom.

Acabo de chegar em casa após um dia intenso em informações na cerimônia de apresentação dos finalistas e entrega do prêmio MAKE (Most Admired Knowledge Enterprise) no Senac Consolação.

Foi um dia muito bom, em primeiro lugar, porque ganhamos o prêmio maior. A Promon Engenharia conquistou o prêmio de Empresa Mais Admirada pelo Conhecimento no Brasil segundo os critérios MAKE.

Entendo que foi uma disputa acirrada pois os casos da Embraer (apresentado por Émerson Freitas) e da Petrobrás (apresentado por Ariane Gonçalves), em especial, eram bastante abrangentes e estruturados.

Em segundo lugar, o dia foi muito bom porque foi possível obter diversos insights a partir  das apresentações dos finalistas.

Me chamaram a atenção (num rápido registro) a apresentação de processos muito organizados para a implementação da GC (visíveis no caso da Essencis, da Petrobrás e da Uniodonto), o forte vínculo à estratégia empresarial para definir o que é (e o que não é) importante gerenciar, o confronto entre compartilhar e proteger o conhecimento e a necessidade de se criar uma entidade na organização que se responsabilize por esse processo de governança.

Em especial achei interessante a decisão da Documentar em implementar a Gestão do Conhecimento para uso próprio e para criação de uma nova linha de negócios em seu portifólio; achei instigante a decisão do Tabelionato Fischer em manter o uso de um abordagem lúdica em suas ações mesmo em um momento em que seus processos de planejamento estratégico e governança estão visivelmente profissionalizados; e achei muito enriquecedor o repertório de ações adotado ou programado pela Embraer e pela Petrobrás.

E eu ainda preciso pensar melhor sobre a distinção feita pela Embraer entre a aplicação do Lean Manufacturing (aplicada a toda a organização) e a aplicação da Gestão do Conhecimento (aplicada somente a algumas unidades em função de seu custo-benefício).

O compartilhamento das melhores práticas foi o foco da Manserv (com seus impressionantes 11.000 funcionários) e da Uniodonto (fazendo a GC no modelo de cooperativa). Daiichi-Sankyo abordou a colaboração da comunidade em sua GiiMiiPedia.

E a Embria… bem, a Embria não apareceu. E infelizmente nem consigo inferir nada a partir de seu website, pois o mesmo me proíbe de acessá-lo sem ter um Internet Explorer. Como meu notebook roda Linux e uso os browsers Firefox e Chrome, estou sendo barrado na entrada. ( ;-) É apenas um resmungo de minha parte – depois acessarei o website de algum equipamento com Windows.)

Em breve teremos a divulgação oficial da TNK Brasil.

8/novembro/2009

Prêmio MAKE no Senac Consolação e na Revista ISTOÉ

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 9:24 pm
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MAKEA semana que se inicia hoje é a semana do Prêmio MAKE Brasil.

O prêmio MAKE é provavelmente a premiação mais conhecida internacionalmente no campo da Gestão do Conhecimento. (O site oficial do prêmio é http://www.premiomake.com.br, caso você deseje conhecer um pouco mais o processo de candidatura e premiação.)

Nesta segunda-feira (09/11) ocorrerão no Senac Consolação (Rua Dr. Vila Nova, 228) a apresentação das práticas das empresas finalistas na edição brasileira do prêmio e, à noite, a cerimônia de premiação da most admired knowledge enterprise do Brasil.

Os finalistas (selecionados dentre cerca de 120 inscritos) e que apresentarão seus cases são (em ordem alfabética):

  • Daiichi-Sankyo
  • Documentar
  • Embraer
  • Embria
  • Emplasa
  • Essencis
  • Manserv
  • Petrobrás
  • Promon Engenharia
  • Tabelionato Fischer
  • Uniodonto

Como parte do processo de premiação também está  sendo publicado na edição desta semana da revista ISTOÉ (número 2087, de 11/11/09) um encarte especial sobre os atuais desafios da sociedade, o prêmio MAKE e as 10 finalistas.

Recomendo a leitura. Gostaria, aliás, de destacar duas idéias contidas no texto de abertura do encarte.

Em primeiro lugar, aquela contida na seguinte afirmação de Rose Longo:

Estou convicta de que o conhecimento é o grande insumo de transformação das organizações e da sociedade em geral. Sendo assim, o desafio de colocar o Brasil na rota da excelência só é possível através de processos efetivos e conscientes de Gestão do Conhecimento.

Dou destaque para os termos efetivos e conscientes. Efetivos porque devem ser duradouros; conscientes porque gerir o conhecimento é um ato intencional.

Em segundo lugar, a interpretação que podemos extrair do texto de abertura como um todo: a de que gerir o conhecimento é importante para as organizações por dois motivos: para a criação permanente de diferenciais competitivos e para a orquestração de know-how para o desenvolvimento de projetos pelo bem comum – como todas as iniciativas de sustentabilidade ambiental e social. (Não nos esqueçamos da preservação do know-how já detido pela empresa e que é essencial para o bom andamento das operações da empresa.)

Por fim, é hora de agradecer à TKN Brasil por finalmente desmentirmos a afirmação de que o Brasil não possui quantidade suficiente de cases de Gestão do Conhecimento que justifiquem a realização de uma edição brasileira do prêmio. Essa foi uma reclamação minha no post Perguntas aos ganhadores do prêmio MAKE, de janeiro deste ano.

Parabéns a todos – aos organizadores e aos participantes.

26/janeiro/2009

Eu, a Espiral do Conhecimento e a Web 2.0 no portal VOIT

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 8:03 pm
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Na última semana fui entrevistado por Rosália Paraíso (diretora do prêmio MAKE – Most Admired Knowlege Entreprises) para o portal de notícias VOIT (www.voit.com.br). 

Na entrevista conversamos sobre a GC no Brasil, a revisão da Espiral do Conhecimento (teoria de Nonaka e Takeuchi, uma referência tradicional) e sobre a suposta nova onda da GC.

Um breve resumo e o áudio estão disponíveis no VOIT. Convido todos a visitarem e comentarem.

5/janeiro/2009

Perguntas aos ganhadores do prêmio MAKE

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:23 pm
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Por ocasião de sua premiação como uma das Most Admired Knowledge Enterprises, a APQC publicou em seu blog uma lista de perguntas (e respectivas respostas) que ficaram sem resposta no dia da cerimônia de entrega de prêmios.

Há algumas perguntas e respostas interessantes – entre elas uma em que Rory Chase (criador do prêmio MAKE) diz que não há no Brasil quantidade de knowledge enterprises suficientes que permita fazer um estudo sobre práticas de KM no país.

Bem, que dizer? Mãos à obra!

O link para o artigo é o seguinte: http://kmedge.org/2009/01/answers-from-the-make-award-wi.html

3/julho/2008

MAKE, da The Know Network – um quase simpático modelo para a gestão do conhecimento

Arquivado em: gestão do conhecimento — Marcelo Yamada @ 12:58 am
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Logo TKNJá há algum tempo tenho estado intrigado com a possibilidade da adoção de um modelo de mercado que represente melhores práticas em Gestão do Conhecimento.

Eu sei, é claro, que cada caso é um caso, que cada organização tem suas características e que assim qualquer implementação pode ser um pouco ou muito diferente de outras. Mas já não é assim também no caso das normas ISO, do PMBOK, do COBIT, do ITIL e de tanto outros exemplos? Da mesma forma, adotar um modelo em GC significa apenas concordar com um linguajar comum e seguir suas diretrizes respeitando as características estratégicas, táticas e operacionais da organização. Não dispensa a organização de analisar seus objetivos estratégicos, selecionar processos-alvo para a ação e definir ferramentas específicas para os problemas/oportunidades delineados nesse estudo.

Aderir a um modelo padrão de mercado é um esforço (e este é o melhor termo, pois enquadrar práticas existentes em um framework desenvolvido por outrem envolve no mínimo dedicação) que oferece benefícios:

  • o desenvolvimento acelerado pela utilização conjunta com outras organizações
  • a projeção imediata de uma imagem ao mercado (caso o modelo escolhido tenha esse reconhecimento)
  • a possibilidade de realização de comparativos entre empresas

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