Gestão do Conhecimento

26/Janeiro/2009

Eu, a Espiral do Conhecimento e a Web 2.0 no portal VOIT

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 8:03 pm
Tags: ,

Na última semana fui entrevistado por Rosália Paraíso (diretora do prêmio MAKE – Most Admired Knowlege Entreprises) para o portal de notícias VOIT (www.voit.com.br). 

Na entrevista conversamos sobre a GC no Brasil, a revisão da Espiral do Conhecimento (teoria de Nonaka e Takeuchi, uma referência tradicional) e sobre a suposta nova onda da GC.

Um breve resumo e o áudio estão disponíveis no VOIT. Convido todos a visitarem e comentarem.

5/Janeiro/2009

Perguntas aos ganhadores do prêmio MAKE

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:23 pm
Tags: ,

Por ocasião de sua premiação como uma das Most Admired Knowledge Enterprises, a APQC publicou em seu blog uma lista de perguntas (e respectivas respostas) que ficaram sem resposta no dia da cerimônia de entrega de prêmios.

Há algumas perguntas e respostas interessantes – entre elas uma em que Rory Chase (criador do prêmio MAKE) diz que não há no Brasil quantidade de knowledge enterprises suficientes que permita fazer um estudo sobre práticas de KM no país.

Bem, que dizer? Mãos à obra!

O link para o artigo é o seguinte: http://kmedge.org/2009/01/answers-from-the-make-award-wi.html

3/Julho/2008

MAKE, da The Know Network – um quase simpático modelo para a gestão do conhecimento

Arquivado em: gestão do conhecimento — Marcelo Yamada @ 12:58 am
Tags: ,

Logo TKNJá há algum tempo tenho estado intrigado com a possibilidade da adoção de um modelo de mercado que represente melhores práticas em Gestão do Conhecimento.

Eu sei, é claro, que cada caso é um caso, que cada organização tem suas características e que assim qualquer implementação pode ser um pouco ou muito diferente de outras. Mas já não é assim também no caso das normas ISO, do PMBOK, do COBIT, do ITIL e de tanto outros exemplos? Da mesma forma, adotar um modelo em GC significa apenas concordar com um linguajar comum e seguir suas diretrizes respeitando as características estratégicas, táticas e operacionais da organização. Não dispensa a organização de analisar seus objetivos estratégicos, selecionar processos-alvo para a ação e definir ferramentas específicas para os problemas/oportunidades delineados nesse estudo.

Aderir a um modelo padrão de mercado é um esforço (e este é o melhor termo, pois enquadrar práticas existentes em um framework desenvolvido por outrem envolve no mínimo dedicação) que oferece benefícios:

  • o desenvolvimento acelerado pela utilização conjunta com outras organizações
  • a projeção imediata de uma imagem ao mercado (caso o modelo escolhido tenha esse reconhecimento)
  • a possibilidade de realização de comparativos entre empresas

(mais…)

Blog no WordPress.com.