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9/Novembro/2009

Promon Engenharia é a vencedora do Prêmio MAKE Brasil 2009

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 11:14 pm
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MAKE

Foi hoje e foi muito bom.

Acabo de chegar em casa após um dia intenso em informações na cerimônia de apresentação dos finalistas e entrega do prêmio MAKE (Most Admired Knowledge Enterprise) no Senac Consolação.

Foi um dia muito bom, em primeiro lugar, porque ganhamos o prêmio maior. A Promon Engenharia conquistou o prêmio de Empresa Mais Admirada pelo Conhecimento no Brasil segundo os critérios MAKE.

Entendo que foi uma disputa acirrada pois os casos da Embraer (apresentado por Émerson Freitas) e da Petrobrás (apresentado por Ariane Gonçalves), em especial, eram bastante abrangentes e estruturados.

Em segundo lugar, o dia foi muito bom porque foi possível obter diversos insights a partir  das apresentações dos finalistas.

Me chamaram a atenção (num rápido registro) a apresentação de processos muito organizados para a implementação da GC (visíveis no caso da Essencis, da Petrobrás e da Uniodonto), o forte vínculo à estratégia empresarial para definir o que é (e o que não é) importante gerenciar, o confronto entre compartilhar e proteger o conhecimento e a necessidade de se criar uma entidade na organização que se responsabilize por esse processo de governança.

Em especial achei interessante a decisão da Documentar em implementar a Gestão do Conhecimento para uso próprio e para criação de uma nova linha de negócios em seu portifólio; achei instigante a decisão do Tabelionato Fischer em manter o uso de um abordagem lúdica em suas ações mesmo em um momento em que seus processos de planejamento estratégico e governança estão visivelmente profissionalizados; e achei muito enriquecedor o repertório de ações adotado ou programado pela Embraer e pela Petrobrás.

E eu ainda preciso pensar melhor sobre a distinção feita pela Embraer entre a aplicação do Lean Manufacturing (aplicada a toda a organização) e a aplicação da Gestão do Conhecimento (aplicada somente a algumas unidades em função de seu custo-benefício).

O compartilhamento das melhores práticas foi o foco da Manserv (com seus impressionantes 11.000 funcionários) e da Uniodonto (fazendo a GC no modelo de cooperativa). Daiichi-Sankyo abordou a colaboração da comunidade em sua GiiMiiPedia.

E a Embria… bem, a Embria não apareceu. E infelizmente nem consigo inferir nada a partir de seu website, pois o mesmo me proíbe de acessá-lo sem ter um Internet Explorer. Como meu notebook roda Linux e uso os browsers Firefox e Chrome, estou sendo barrado na entrada. ( ;-) É apenas um resmungo de minha parte – depois acessarei o website de algum equipamento com Windows.)

Em breve teremos a divulgação oficial da TNK Brasil.

8/Novembro/2009

Prêmio MAKE no Senac Consolação e na Revista ISTOÉ

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 9:24 pm
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MAKEA semana que se inicia hoje é a semana do Prêmio MAKE Brasil.

O prêmio MAKE é provavelmente a premiação mais conhecida internacionalmente no campo da Gestão do Conhecimento. (O site oficial do prêmio é http://www.premiomake.com.br, caso você deseje conhecer um pouco mais o processo de candidatura e premiação.)

Nesta segunda-feira (09/11) ocorrerão no Senac Consolação (Rua Dr. Vila Nova, 228) a apresentação das práticas das empresas finalistas na edição brasileira do prêmio e, à noite, a cerimônia de premiação da most admired knowledge enterprise do Brasil.

Os finalistas (selecionados dentre cerca de 120 inscritos) e que apresentarão seus cases são (em ordem alfabética):

  • Daiichi-Sankyo
  • Documentar
  • Embraer
  • Embria
  • Emplasa
  • Essencis
  • Manserv
  • Petrobrás
  • Promon Engenharia
  • Tabelionato Fischer
  • Uniodonto

Como parte do processo de premiação também está  sendo publicado na edição desta semana da revista ISTOÉ (número 2087, de 11/11/09) um encarte especial sobre os atuais desafios da sociedade, o prêmio MAKE e as 10 finalistas.

Recomendo a leitura. Gostaria, aliás, de destacar duas idéias contidas no texto de abertura do encarte.

Em primeiro lugar, aquela contida na seguinte afirmação de Rose Longo:

Estou convicta de que o conhecimento é o grande insumo de transformação das organizações e da sociedade em geral. Sendo assim, o desafio de colocar o Brasil na rota da excelência só é possível através de processos efetivos e conscientes de Gestão do Conhecimento.

Dou destaque para os termos efetivos e conscientes. Efetivos porque devem ser duradouros; conscientes porque gerir o conhecimento é um ato intencional.

Em segundo lugar, a interpretação que podemos extrair do texto de abertura como um todo: a de que gerir o conhecimento é importante para as organizações por dois motivos: para a criação permanente de diferenciais competitivos e para a orquestração de know-how para o desenvolvimento de projetos pelo bem comum – como todas as iniciativas de sustentabilidade ambiental e social. (Não nos esqueçamos da preservação do know-how já detido pela empresa e que é essencial para o bom andamento das operações da empresa.)

Por fim, é hora de agradecer à TKN Brasil por finalmente desmentirmos a afirmação de que o Brasil não possui quantidade suficiente de cases de Gestão do Conhecimento que justifiquem a realização de uma edição brasileira do prêmio. Essa foi uma reclamação minha no post Perguntas aos ganhadores do prêmio MAKE, de janeiro deste ano.

Parabéns a todos – aos organizadores e aos participantes.

17/Outubro/2009

Paper gratuito sobre monitoramento e avaliação da GC

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 12:36 am
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O tempo está curto e a pilha de leituras (metaforicamente) está grande, mas ainda consigo achar algumas preciosidades de tempos em tempos.

Não pude conferir em detalhes ainda, mas eis um paper que parece muito promissor: “Monitoring and Evaluation in KM for Development“, no site do movimento IKM Emergent.

Gravei o arquivo (licenciado pela Creative Commons, portanto tudo bem) em meu pen-drive.

Estou montando minha biblioteca de e-books para ler em meu netbook e ver se assim  descarto a necessidade de um Kindle :-)

31/Agosto/2009

Artigo da revista DataGramaZero sobre OKA, do Banco Mundial

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 8:32 pm
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O Rafael Ramos, do blog Conhecimento e TI, deu a dica do artigo da revista DataGramaZero sobre OKA (Organizational Knowledge Assessment), do World Bank.

Copio a referência aqui para futuras consultas e agradecer ao colega Rafael pelo achado.

Link para o artigo: http://dgz.org.br/jun09/Art_05.htm

22/Agosto/2009

Livro “Software Architecture Knowledge Management”

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 2:12 pm
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Por meio de uma visita de Rafael Ramos (prazer em “conhecê-lo”) visitei pela primeira vez seu blog “Conhecimento e TI”, que está hospedado no Blogspot: http://conhecimentoeti.blogspot.com

Navegando pela categoria “Gestão do Conhecimento” encontrei uma leitura interessante: o livro “Software Architecture Knowledge Management – Theory and Practice“, da editora Springer.

O livro aborda a necessidade de constante aperfeiçoamento da arquitetura de software e com isso justifica o tema do trabalho, que é uma proposta de processo para o gerenciamento de conhecimento nessa especialidade.

Baixei uma versão PDF do livro no link disponibilizado pelo Rafael para fazer essa avaliação mas não tenho certeza se o livro é realmente free.

Encontrei o mesmo no site da editora, que não deixa claro se eu tenho que pagar para me registrar para consultar a versão eletrônica do livro. Por via das dúvidas, deletei meu PDF.

Mas parece ser um bom livro. Vou deixá-lo aqui registrado para futuras necessidades.

O post de Rafael está neste endereço: Livro grátis: Software Architecture Knowledge Management – Theory and Practice

O endereço do livro no site da editora é o seguinte: http://www.springerlink.com/content/978-3-642-02373-6

19/Maio/2009

Modelo para planejamento de projetos de GC

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 8:15 am
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Nick Milton (diretor da empresa Knoco, uma consultoria inglesa especializada em GC) divulgou através de um fórum no site de networking LinkedIn um novo arquivo para download gratuito no site de sua empresa (http://www.knoco.com).

Há outros documentos disponíveis no mesmo site, mas me concentrei naquele recém divulgado por Milton: o “Free Template for a Knowlege Management Plan“.

É um modelo (em Microsoft Excel) para planejamento de projetos de GC de pequeno porte (como alerta o próprio documento logo na capa).

É um bom modelo pois reserva páginas para escopo, prazo e comunicação (três das áreas de conhecimento envolvidas no gerenciamento de projetos, segundo o PMI) devidamente adaptadas para projetos de GC.

Como todo template, merece uma análise e adaptação a cada caso.

Mas, principalmente, é uma iniciativa louvável. Deveríamos contar com mais recursos como esses, emitidos por entidades brasileiras de referência, como forma de capacitar os profissionais brasileiros na condução de projetos de GC.

12/Abril/2009

Compilação de tudo que se escreveu sobre colaboração e o mundo 2.0

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:25 pm
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Fabiano Caruso mais uma vez nos presenteia com um achado: um trabalho de compilação das teorias (em sua maior parte livros, eu presumo) que se propõem a estudar o fenômeno da colaboração em massa e de tudo de que se chama de “alguma-coisa-2.0″.

O post de Venkatesh Rao oferece resenhas para grande parte das teorias.

Um bom compêndio para se ler e para se ter.

O artigo “The Facebook Generation vs Fortune 500″ recomendado por Fabiano também vale a leitura.

5/Abril/2009

Padrões são a salvação ou a perdição ?

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 2:32 am
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Este post é a reprodução de um post homônimo que fiz já há algum tempo em um blog interno na Promon e que causou cerca discussão.

Lembrei-me do mesmo ao ler o post “Você precisa ter um modelo para poder aperfeiçoar seu modelo” no blog de Fernando Goldman.

—–

Normalmente não escrevo posts fazendo transcrição exata de textos. Em seu lugar, prefiro redigir os comentários e disponibilizar um link para o conteúdo original.

Farei uma exceção neste caso, para compartilhar um texto provocativo que recebi de um grupo de amigos com interesses em comum, a respeito dos perigos da adoção desmedida de padrões.

(O texto não enumera extensamente os benefícios da adoção desses padrões – mesmo porque há um grande número de artigos disponíveis na internet para fazê-lo.)

O texto (com a menção ao seu autor, ao final) segue logo abaixo. Resistam ao excesso de acidez nos comentários iniciais para chegar até a segunda metade do texto, em que os padrões são abordados :-) .

(mais…)

26/Março/2009

Modelo de processos e tecnologia de gestão de conteúdo corporativo (ECM)

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 7:52 pm
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Hoje, em uma leitura do relatório “AIIM Market IQ – Content Creation and Delivery: The On-Ramps and Off-Ramps of ECM” publicado pela AIIM (Association for Information and Image Management), me deparei com um modelo interessante de conciliação dos processos e tecnologias de ECM.

Extraí do documento o diagrama que o representa. Infelizmente não o encontrei publicado adequadamente em nenhum lugar. Ei-lo:

aiim-ecm-lifecycle-component-model

É um modelo bastante didático e lúdico que guardarei em minha caixa de ferramentas para que eu não tenha que construir o meu próprio.

A propósito: ECM (Enterprise Content Management, ou “gestão do conteúdo corporativo”) abrange os processos e tecnologias para gestão da criação, armazenamento, disponibilização e distribuição de todo o conteúdo gerado pelas operações de uma organização – em papel ou digital. 

Deixarei para outras rodas a discussão sobre a eventual diferença entre gestão de informação e ECM. (Se eu tiver que dizer algo sobre isso em 5 segundos, eu diria: o ECM garante o foco no “Enterprise”.)

10/Fevereiro/2009

Minha caixa de ferramentas para GC: CWA 14924, Goldman, KMMM e GC pessoal

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 11:07 pm
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Este é um post do tipo que tenho grande prazer em escrever para que eu mesmo não me esqueça das conclusões a que cheguei.

Os amigos que me conhecem há algum tempo no campo da GC já sabem que faço um esforço contínuo para ver sentido entre as inúmeras tentativas de explicar a gestão do conhecimento, a gestão do capital intelectual e todos os assuntos que os tangenciam.

Pois bem: no momento tenho um conjunto de propostas preferidas que consigo conciliar de uma forma que faz sentido para mim. Esse foi um esforço necessário para entender por que essas propostas sobre o mesmo assunto pareciam tão diferentes mas igualmente boas.

Em “Ave, CWA 14924” resumi rapidamente os volumes desse guia europeu para implementação da gestão do conhecimento.

Hoje acredito que poderia substituir a primeira camada do gráfico apresentado no primeiro volume do guia (“CWA 14924-1 – KM Framework”) pelo diagrama do Modelo Goldman da Dinâmica do Conhecimento Organizacional, que após uma conversa com Fernando Goldman por e-mail (obrigado, Fernando) entendi ser uma representação mais completa que a original dos processos de gestão do conhecimento por mostrá-los integrados aos processos organizacionais convencionais.

O processo de implementação proposto  no volume 3 do guia (“CWA 14924-3 – Implementing KM in Small and Medium-Sized Enterprises (SMEs)”), por sua vez, poderia ser substituído pela visão mais completa do modelo KMMM da APQC. O processo original (similar a um ciclo PDCA) certamente é válido (como toda aplicação do ciclo PDCA) mas o modelo baseado em níveis de maturidade oferece a possibilidade de benchmarking e uma visão de próximos passos.

Por fim, a ferramenta que eu mesmo tenho rascunhado como complemento à GC corporativa: um método de Gestão do Conhecimento Pessoal.

Bem, ainda terei muito trabalho para garantir que essas referências são úteis se combinadas dessa forma. Mas fica aqui antecipadamente a sugestão.

Como costumo dizer a meus alunos: posso estar errado e mudar de idéia, bastando para isso que alguém me convença de que há interpretação melhor. Mas isso faz sentido para mim no momento.

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