Já faz algum tempo desde que comecei a achar que a metodologia Seis Sigma poderia ser adotada em iniciativas de gestão do conhecimento.
Afinal, podemos dizer que os processos de uma corporação representam o saber corporativo que não está individualmente nas pessoas. Não importa se formalizados em procedimentos e sistemas ou se não documentados, presentes apenas no dia-a-dia rotineiro do trabalho das pessoas nos departamentos.
A excelência na gestão de processos críticos pode ser, portanto, um recurso interessante àquele que pretende defender o conhecimento corporativo.
Pois bem – Cindy Hubert publicou o artigo “Combining KM and Six Sigma for Maximum Benefit” no blog KMEdge, da APQC.
Não é exatamente a abordagem definitiva que eu esperava, mas fico satisfeito em saber que não estou sozinho ao pensar nessa aproximação. O artigo vale a leitura. Se não serve para encerrar o assunto, serve para um bom começo de discussão.
