myGC :: Gestão do Conhecimento

7/agosto/2009

Livro on-line gratuito: Introdução aos Metadados, Edição On-line, versão 3.0

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 7:50 pm
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Eis um bom fruto da minha tradicional garimpagem: um livro on-line gratuito sobre criação e manutenção de metadados.

Não li o livro todo – mesmo porque é um guia prático – para saber quão completo é, mas certamente não é uma daquelas bíblias de 1000 páginas tão comuns no bibliografia de tecnologia da informação.

Mas quem já tentou obter uma resposta curta e objetiva para as perguntas “afinal, o que é uma taxonomia”, “como faço para construir uma taxonomia” e “qual é a diferença entre taxonomia e xxxxxxxxxxxx” reconhecerá seu valor.

O livro se chama Introduction to Metadata, Online Edition, Version 3.0 e está disponível em
http://www.getty.edu/research/conducting_research/standards/intrometadata/

O livro é uma dica do site Elearningpost, que sempre recomendo.

Como eu disse em outro post sobre Gestão do Conhecimento Pessoal, os sites que você conhece e as fontes que você coleciona fazem parte do seu capital intelectual pessoal. Desenvolva o seu capital – estou contribuindo com a minha parte :-) .

9/julho/2008

Os velhos focos da GC de volta

Arquivado em: gestão do conhecimento — Marcelo Yamada @ 10:12 pm
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Há pouco tempo passei a acompanhar o blog da APQC (American Productivity and Quality Center) sobre gestão do conhecimento, chamado KM Edge.

Ontem o consultor Jim Lee publicou um artigo chamado “In KM, What’s Old Is New Again” em que testemunha – a partir de diversas experiências pessoais – que apesar de discussões mais modernas a respeito de colaboração, social networks, wikinomics e outras propostas avançadas, o escopo dos projetos de gestão do conhecimento continua o mesmo de vários anos atrás: taxonomias, localização de especialistas, melhores práticas e lições aprendidas.

O autor não é categórico na avaliação dessa constatação, mas vamos nos arriscar um pouco aqui (afinal, é assim que construiremos alguma opinião concreta sobre o que é gestão do conhecimento, não é mesmo?):

  • taxonomia é importante, sim, para se classificar qualquer conteúdo e permitir sua localização posterior – mas a questão é “classificar o que?”; afinal, não se pode investir na classificação de tudo
  • localização de especialistas também é importante; afinal, é o capital humano da organização; mas a pergunta é a mesma – “quais especialistas são capital da organização?” – e algo mais que vale pensar a respeito – o que são os especialistas da organização sem os processos e ferramentas que o cercam (parte do capital estrutural)? e sem os demais especialistas?
  • melhores práticas e lições aprendidas -  importantes também, componentes do capital estrutural – podemos chamá-los de “processos da organização” e “melhorias aos processos da organização”, motivo pelo qual alguns colegas acreditam que a gestão da qualidade é uma implementação antiga da gestão do conhecimento.

Embora alguns tópicos comumente associados à GC sejam derivações desses itens (como repositórios de conteúdo, ferramentas de colaboração, páginas amarelas) alguns muito importantes não têm relação imediata com esses quatro itens (como as comunidades de prática, os processos de recrutamento e retenção de talentos e o investimento em pesquisa e desenvolvimento).

A lista não representa, portanto, o universo de práticas. Não explica, aliás, nem o motivo pelo qual se faz GC (meu palpite no momento está aqui). Nem como começar (“a pergunta do milhão”; minha sugestão no momento está aqui).

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