myGC :: Gestão do Conhecimento

22/Agosto/2009

Livro “Software Architecture Knowledge Management”

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 2:12 pm
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Por meio de uma visita de Rafael Ramos (prazer em “conhecê-lo”) visitei pela primeira vez seu blog “Conhecimento e TI”, que está hospedado no Blogspot: http://conhecimentoeti.blogspot.com

Navegando pela categoria “Gestão do Conhecimento” encontrei uma leitura interessante: o livro “Software Architecture Knowledge Management – Theory and Practice“, da editora Springer.

O livro aborda a necessidade de constante aperfeiçoamento da arquitetura de software e com isso justifica o tema do trabalho, que é uma proposta de processo para o gerenciamento de conhecimento nessa especialidade.

Baixei uma versão PDF do livro no link disponibilizado pelo Rafael para fazer essa avaliação mas não tenho certeza se o livro é realmente free.

Encontrei o mesmo no site da editora, que não deixa claro se eu tenho que pagar para me registrar para consultar a versão eletrônica do livro. Por via das dúvidas, deletei meu PDF.

Mas parece ser um bom livro. Vou deixá-lo aqui registrado para futuras necessidades.

O post de Rafael está neste endereço: Livro grátis: Software Architecture Knowledge Management – Theory and Practice

O endereço do livro no site da editora é o seguinte: http://www.springerlink.com/content/978-3-642-02373-6

2/Maio/2009

Tecnologia da Informação aplicada à Gestão do Conhecimento

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 4:34 pm
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Uma das perguntas mais tradicionais da GC é “qual é o papel da TI?” Sei que a pergunta é recorrente porque é um dos termos de busca mais freqüentes nas estatísticas deste blog.

A pergunta é recorrente porque ninguém deseja correr o risco de superestimar o papel da TI como ocorreu há alguns anos mas ao mesmo tempo é consenso que a TI é um catalizador de transformações em qualquer área da administração de empresas.

Agora foi a minha vez de responder a esse questionamento.

Na mesma edição do newsletter sobre EAD do Senac São Paulo que comentei no post anterior, concedi uma entrevista para apresentar meu entendimento.

O resultado está no artigo “Recursos Tecnológicos aliados à Gestão do Conhecimento”, disponível no seguinte endereço: http://www.ead.sp.senac.br/newsletter/abril09/ead.asp?nome=tecnologia.

Dizendo de forma mais sistemática o que expliquei à minha entrevistadora, visualizo neste momento quatro utilidades para a TI na GC:

1) para registro e compartilhamento de conhecimento em formato  explícito (escrito ou gravado) = portais, blogs, wikis, workflow,  podcasts, videocasts

2) para aproximação de especialistas, para que compartilhem (exercitem, aprendam) conhecimento tácito = ferramentas de colaboração, como fóruns, salas de reunião virtual,  teleconferências e videoconferências, redes sociais

3) indiretamente para apoio a processos de outras especialidades que beneficiam a gestão do conhecimento = quaisquer ferramentas de gestão da informação, sistemas de gestão de competências, ferramentas de e-Learning, que auxiliem na disponibilização de informações ao trabalhador do conhecimento ou na geração de competências

4) para a gestão propriamente dita = ferramentas que auxiliem no mapeamento das competências organizacionais e permitam identificar e acompanhar seu vínculo com os objetivos estratégicos da organização por um lado e, por outro lado, o desempenho das iniciativas que produzem essas competências organizacionais (ou seja, processos, competências pessoais e relacionamentos com outras pessoas e organizações importantes)

Adorarei conhecer a visão de meus colegas leitores.

19/Março/2009

Handbook de tecnologias emergentes para a aprendizagem

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:21 pm
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Este é um post curto e objetivo.

O blog Elearningpost trouxe-me o post (também curtíssimo) “Handbook of emerging technologies for learning“, que nos leva ao “Handbook of Emerging Technologies for Learning” do Learning Technologies Centre (LTC).

Não li extensamente o handbook, mas acho a iniciativa digna de nota. Seus autores avaliaram e documentaram a aplicabilidade de diversas novas tecnologias da informação às iniciativas de aprendizagem. Concordando com seus critérios ou não, um compêndio é sempre um bom começo.

16/Outubro/2008

Aplicativos para Gestão de Informação Desestruturada (UIMA)

Arquivado em: gestão da informação, gestão do conhecimento — Marcelo Yamada @ 6:13 pm
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É preciso repetir sempre: Tecnologia da Informação não é sinônimo de Gestão do Conhecimento. Tecnologia da Informação não é sinônimo de Gestão do Conhecimento. Tecnologia da Informação não é sinônimo de Gestão do Conhecimento.

Ok, dito isso, me permitam dizer que é difícil não se impressionar com a rapidez no desenvolvimento de novas ferramentas a serviço da GC. (E a serviço de muitas outras ciências.)

Uma dica de meu amigo Flávio Arruda, arquiteto de software, me permitiu conhecer um movimento da indústria de software chamado Unstructured Information Management (UIMA).UIMA

Eis a descrição, obtida da página do UIMA no site da Fundação Apache:

Unstructured Information Management applications are software systems that analyze large volumes of unstructured information in order to discover knowledge that is relevant to an end user. UIMA is a framework and SDK for developing such applications. An example UIM application might ingest plain text and identify entities, such as persons, places, organizations; or relations, such as works-for or located-at. UIMA enables such an application to be decomposed into components, for example “language identification” -> “language specific segmentation” -> “sentence boundary detection” -> “entity detection (person/place names etc.)”.

Não é atraente a possibilidade de varrer grandes repositórios de informação e encontrar entidades e correlações?

Mas não se esqueçam: Tecnologia da Informação não é sinônimo de Gestão do Conhecimento. Nenhum resultado produzido por um software fará sentido se você não souber quais são as competências essenciais de sua organização, quais são as informações estratégicas, não possuir um processo para tratá-las e se as pessoas não estiverem preparadas e engajadas para fazê-lo.

21/Julho/2008

Twitter como ferramenta de localização de especialistas

Site do Twitter

Jim Lee escreveu no KMEdge um artigo chamado “Frittering Away Time Twittering? Or Have You Found Wearable Expertise Location?“, em que menciona uma reportagem da CIO Magazine sobre o fenômeno do microblogging (blogs em que os posts são feito até por telefone celular e que têm no máximo 140 caracteres) e sua utilidade no mundo corporativo.

Lee sugere que os microblogs são comparáveis a ferramentas de expertise location. Neles, porém, os especialistas é que se fazem encontrar – em lugar de constarem de listas ou bancos de dados.

É uma interpretação interessante. Comparável, eu diria, a um comentário que fiz recentemente sobre as ferramentas (ou processos) de colaboração versus o uso da “gestão dos fatores de influência”: o primeiro pode funcionar quando os membros da comunidade participam proativamente, e o último quando não o fazem. O mesmo pode ser afirmado para o uso do microblogging ou de páginas amarelas convencionais, respectivamente.

Uma sugestão para se manter em mente.

9/Julho/2008

Ligando dois assuntos: mashups e Wikinomics

Arquivado em: Colaboração, gestão do conhecimento — Marcelo Yamada @ 8:55 pm
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Este é um post curto apenas para aproveitar o bom (como sempre) post de César Taurion no blog da IBM para registrar uma conexão entre dois assuntos.

Os post de Taurion se chama “Os Mashups estão chegando!” – e obviamente fala sobre a aceleração na adoção de mashups. De forma resumida, mashups são iniciativas na web para oferta de serviços a partir da integração de serviços web de outras empresas – por vezes utilizando “kits de integração” disponibilizados pelos mesmos. Uma definição mais formal está neste link para a Wikipedia.

Por fim, a conexão entre assuntos: os tais mashups são recursos que catalisarão a ação dos prosumers – um dos modelos de negócio da nova era (a Wikinomia) detectada por Don Tapscott em Wikinomics. Prosumers são os consumidores que produzem o que eles mesmos (ou seus similares) desejam consumir.

Este assunto, aliás, também está relacionado à teoria da Cauda Longa (Long Tail), já mencionada no post de Taurion.

11/Junho/2008

Uma ótima visão sobre as funções de um portal corporativo

Arquivado em: Tecnologia, gestão do conhecimento — Marcelo Yamada @ 8:16 am
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Ricardo Saldanha publicou em seu blog “Intra 2.0” um post chamado “Agregando valor em ambientes digitais corporativos – Colaboração e a visão do todo (última parte)” que propõe uma (a meu ver) ótima representação para as funções dos chamados Portais Corporativos.

Há muitos textos disponíveis em livros e na internet a respeito do uso de portais no ambiente corporativo, mas considero o modelo proposto pelo Ricardo muito bom por ser objetivo e bem delimitado, substituindo (como é o papel de uma boa imagem, que vale por mil palavras) muitas páginas de texto corrido.

Cada círculo representa uma possível abordagem na análise das funções de um portal corporativo. As sobreposições, naturalmente, representam funcionalidades que atendem a duas classificações simultaneamente.

Fonte: blog “Intra 2.0″, de Ricardo Saldanha. Todos os direitos intelectuais sobre essa representação pertencem ao mesmo.

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