myGC :: Gestão do Conhecimento

13/Novembro/2009

Computação Social é uma das tecnologias mais quentes para 2010, segundo o Gartner

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:37 am
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A notícia foi publicada na TI Inside (http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=155299) e provavelmente em diversos outros meios de comunicação.

A lista completa inclui nove outras tecnologias (incluídas a “TI Verde” e a “virtualização”) mas gostaria de compartilhar um item específico que chamou minha atenção.

Segundo o Gartner, a Computação Social (“software sociais e de redes de compartilhamento“) é uma tecnologia quente para 2010 em “conseqüência da mudança na postura dos trabalhadores” porque “os funcionários não querem mais ter que realizar em ambientes diferentes seus próprios produtos e trabalho, e o acesso a informações externas“.

Os funcionários não querem mais trabalhar de um determinado jeito, que podemos chamar de “jeito atual”? Suponho então que conheçam um novo modo revolucionário de trabalho que está funcionando extremamente bem fora da empresa – nas igrejas, nas associações, nas ONGs, nas universidades.

Qual é, afinal, esse modo de trabalho? Cá entre nós, meramente utilizar o MSN / Skype e ter uma rede de contatos no Orkut / Facebook / MySpace / LinkedIn / Plaxo não é uma forma revolucionária de trabalho.

Estou me auto-atribuindo a tarefa de encontrar e entender essas práticas revolucionárias para poder afirmar claramente aos executivos do mercado o caminho para a mudança.

Aceito voluntários para esse trabalho de pesquisa e discussão franca. :-)

22/Agosto/2009

Livro “Software Architecture Knowledge Management”

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 2:12 pm
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Por meio de uma visita de Rafael Ramos (prazer em “conhecê-lo”) visitei pela primeira vez seu blog “Conhecimento e TI”, que está hospedado no Blogspot: http://conhecimentoeti.blogspot.com

Navegando pela categoria “Gestão do Conhecimento” encontrei uma leitura interessante: o livro “Software Architecture Knowledge Management – Theory and Practice“, da editora Springer.

O livro aborda a necessidade de constante aperfeiçoamento da arquitetura de software e com isso justifica o tema do trabalho, que é uma proposta de processo para o gerenciamento de conhecimento nessa especialidade.

Baixei uma versão PDF do livro no link disponibilizado pelo Rafael para fazer essa avaliação mas não tenho certeza se o livro é realmente free.

Encontrei o mesmo no site da editora, que não deixa claro se eu tenho que pagar para me registrar para consultar a versão eletrônica do livro. Por via das dúvidas, deletei meu PDF.

Mas parece ser um bom livro. Vou deixá-lo aqui registrado para futuras necessidades.

O post de Rafael está neste endereço: Livro grátis: Software Architecture Knowledge Management – Theory and Practice

O endereço do livro no site da editora é o seguinte: http://www.springerlink.com/content/978-3-642-02373-6

2/Maio/2009

O papel na inteligência coletiva na Gestão do Conhecimento

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 4:45 pm
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Esta foi uma semana agitada.

Meus colegas do movimento Wikieducação – que defende uma atuação da iniciativa privada para a viabilização de novos modelos de aprendizagem (vale a pena visitar o site oficial para conhecer sua proposta) – me questionaram há alguns dias sobre os pontos de coincidência e de divergência entre os temas “Inteligência Coletiva” e “Gestão do Conhecimento”.

Nosso bate-papo resultou em um artigo e uma entrevista em áudio que estão disponíveis em http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Marcelo_Yamada.

Para provocar sua curiosidade, antecipo que defendo no artigo que os dois temas são bastante diferentes – mas que a devida utilização da IC pode ser de grande utilidade para a GC.

12/Abril/2009

Compilação de tudo que se escreveu sobre colaboração e o mundo 2.0

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:25 pm
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Fabiano Caruso mais uma vez nos presenteia com um achado: um trabalho de compilação das teorias (em sua maior parte livros, eu presumo) que se propõem a estudar o fenômeno da colaboração em massa e de tudo de que se chama de “alguma-coisa-2.0″.

O post de Venkatesh Rao oferece resenhas para grande parte das teorias.

Um bom compêndio para se ler e para se ter.

O artigo “The Facebook Generation vs Fortune 500″ recomendado por Fabiano também vale a leitura.

19/Março/2009

Handbook de tecnologias emergentes para a aprendizagem

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:21 pm
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Este é um post curto e objetivo.

O blog Elearningpost trouxe-me o post (também curtíssimo) “Handbook of emerging technologies for learning“, que nos leva ao “Handbook of Emerging Technologies for Learning” do Learning Technologies Centre (LTC).

Não li extensamente o handbook, mas acho a iniciativa digna de nota. Seus autores avaliaram e documentaram a aplicabilidade de diversas novas tecnologias da informação às iniciativas de aprendizagem. Concordando com seus critérios ou não, um compêndio é sempre um bom começo.

26/Janeiro/2009

Eu, a Espiral do Conhecimento e a Web 2.0 no portal VOIT

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 8:03 pm
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Na última semana fui entrevistado por Rosália Paraíso (diretora do prêmio MAKE – Most Admired Knowlege Entreprises) para o portal de notícias VOIT (www.voit.com.br). 

Na entrevista conversamos sobre a GC no Brasil, a revisão da Espiral do Conhecimento (teoria de Nonaka e Takeuchi, uma referência tradicional) e sobre a suposta nova onda da GC.

Um breve resumo e o áudio estão disponíveis no VOIT. Convido todos a visitarem e comentarem.

20/Novembro/2008

Web 2.0 em guerra com a Gestão do Conhecimento?

Arquivado em: Colaboração, gestão do conhecimento — Marcelo Yamada @ 7:00 pm
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O post “Mídia Social vs. Gestão do Conhecimento” do blog de Fabiano Caruso que mencionei em meu post anterior faz menção também ao artigo “Social Media vs. Knowledge Management: A Generational War” de Venkatesh G. Rao, que resolvi ler com mais cuidado. Confesso que não entendi muito bem a proposta pelo resumo de Fabiano, então recorri diretamente à fonte (veja que beleza esta característica dos blogs!) e cheguei às minhas próprias conclusões.

Em um resumo resumidíssimo, o autor afirma que profissionais de gestão do conhecimento e profissionais especializados em mídia social estão em guerra, embora muitos não o tenham percebido; dizem que estão falando a mesma coisa, mas não estão; se consideram (ambos) auto-suficientes, e não estão dispostos a ouvir a abordagem do “grupo oponente”. Em disputa, a princesa: o cliente antenado que anseia pela solução para seus problemas (o Enterprise 2.0).

Eis o trecho inicial da argumentação: “KM and SM look very similar on the surface, but are actually radically different at multiple levels, both cultural and technical, and are locked in an undeclared cultural war for the soul of Enterprise 2.0.

Bem, li o artigo e acredito que não há conflito. Não segundo minhas próprias definições, em que a gestão do conhecimento tem por objetivo preservar e desenvolver conhecimentos que são estratégicos para a corporação e iniciativas de “mídia social” (de colaboração em massa) são práticas genéricas que podem estar a serviço da GC – assim como podem estar a serviço do Marketing, do desenvolvimento de software ou da mais pura diversão.

Entendo que as iniciativas de colaboração – assim como as práticas de gestão de recursos humanos, as ferramentas de tecnologia de informação e as práticas de gestão de processo, entre outras – têm seus próprios propósitos e sua própria evolução. E por vezes, sim, serão úteis à gestão do conhecimento. Afinal, às vezes poderá ser útil promover a conversação, presencial ou remota. E às vezes não. Acredito que nem só de colaboração viverá a GC. Ou seja: Web 2.0 não basta às organizações.

Por fim, a profecia de Venkatesh no tópico How the War Will End: “KM will quietly die, and SM will win the soul of Enterprise 2.0, with the Gen X (*) leadership quietly slipping the best of the KM ideas into SM as they guide the bottom-up revolution.

(*) O autor descreve o conflito como um conflito de valores e visões entre os baby-boomers e a geração Y (diferenças que, de fato, devem existir e ter suas implicações práticas). Entre as duas está a geração X, dos trintões e quarentões (a que eu pertenço).

Sim, é possível que esse seja o futuro cenário. Mas não o vejo assim fatídico – e sim como um natural processo evolutivo.

Seria Venkatesh um caso como o dos japoneses do interior do Brasil que por vários anos após o final da segunda guerra mundial acreditavam que o Japão ainda estava em guerra (ou seja, a guerra existia apenas em suas realidades imaginárias)? Ou serei eu um daqueles a quem o sr. Venkatesh se referia quando disse que “most of the combatants don’t even realize they are in a war“?

Gestão do Conhecimento 2.0 é um retorno à Gestão do Conhecimento 0.0?

Arquivado em: Colaboração, gestão do conhecimento — Marcelo Yamada @ 10:20 am
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O sufixo “2.0″ tem sido amplamente utilizado para indicar tudo aquilo que é realizado colaborativamente, ou seja, com a participação massiva dos usuários usualmente por meio de ferramentas de tecnologia da informação disponibilizadas via internet. Do termo “web 2.0″ cunhado pela O’Reilly em 2005 têm se originado derivações como “GC 2.0″, “Governo 2.0″, “Marketing 2.0″ e outros.

Através do post “Mídia Social vs. Gestão do Conhecimento” no blog de Fabiano Caruso (obrigado, Fabiano) cheguei ao post de Dave Pollard sobre a “GC 2.0″ chamado “Friday Flashback: KM 0.0 — A Pragmatic Approach to Social Networking and Knowledge Management for Business“, em que Pollard afirma que a tal “GC 2.0″ nada mais é que um retorno às práticas de gestão individual de conhecimento (PKM – Personal Knowledge Management), e portanto deveria ser mais apropriadamente chamada de “GC 0.0″ (numeração para trás, e não para frente, portanto).

Foto do autor

Dave Pollard

O artigo de Pollard é interessante por dois motivos: primeiro, porque enumera um conjunto de práticas e ferramentas que podem ser utilizadas pelos indivíduos para a gestão de seu conhecimento pessoal. Neste sentido, “PKM” é entendido como “Personal KM”.

O segundo motivo é porque em certo grau discordo dele. Pessoalmente acredito que “PKM” deva ser entendido como “PK Management” – ou seja, como um esforço corporativo para o gerenciamento do conhecimento pessoal.

O PKM se entendido dessa forma provavelmente implicará no estímulo dentre os profissionais da organização à adoção dessas mesmas práticas e ferramentas, mas como parte de um conjunto de ações providas de propósito no contexto corporativo.

A “GC 2.0″ não é, assim, reedição da “GC 0.0″.

Gestão do conhecimento, a meu ver, é um empreendimento corporativo – e que portanto implica na execução sistemática de processos de administração (por definição: planejamento, organização, supervisão, direção e controle) para benefício da organização como um todo, e não somente dos profissionais individualmente.

É importante dizer também que nesse contexto os repositórios centralizados (amaldiçoados como característicos da “GC 1.0″ concebida na década de 90) têm papel importante, para acesso aos registros produzidos e aprimorados pelos outros profissionais da mesma organização. Embora não se possa cometer o mesmo erro da supervalorização da TI como sinônimo de GC, não se pode cometer o novo erro de ignorar a TI como ferramenta de GC.

O artigo original vale a leitura.

Dave, just in case you get to this point: if you think my point of view may be interesting to you, just leave a comment and I will send you my thoughts in english. Congratulations for your post.

21/Julho/2008

Twitter como ferramenta de localização de especialistas

Site do Twitter

Jim Lee escreveu no KMEdge um artigo chamado “Frittering Away Time Twittering? Or Have You Found Wearable Expertise Location?“, em que menciona uma reportagem da CIO Magazine sobre o fenômeno do microblogging (blogs em que os posts são feito até por telefone celular e que têm no máximo 140 caracteres) e sua utilidade no mundo corporativo.

Lee sugere que os microblogs são comparáveis a ferramentas de expertise location. Neles, porém, os especialistas é que se fazem encontrar – em lugar de constarem de listas ou bancos de dados.

É uma interpretação interessante. Comparável, eu diria, a um comentário que fiz recentemente sobre as ferramentas (ou processos) de colaboração versus o uso da “gestão dos fatores de influência”: o primeiro pode funcionar quando os membros da comunidade participam proativamente, e o último quando não o fazem. O mesmo pode ser afirmado para o uso do microblogging ou de páginas amarelas convencionais, respectivamente.

Uma sugestão para se manter em mente.

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