myGC :: Gestão do Conhecimento

24/novembro/2010

Adotar o Twitter, no lugar do blog?

Arquivado em: Sem categoria — Marcelo Yamada @ 10:26 pm
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A idéia acima tem me ocorrido.

A falta de tempo para escrever textos trabalhados neste blog, aliada à ansiedade em compartilhar as boas informações e artigos a que tenho tido acesso me levam a esta tentadora opção.

Um tweet no Twitter não é, naturalmente, a melhor representação da agregação de valor que tanto prego.

Mas o relógio tem sido impiedoso.

Em nome da ciência – e impulsionado pela falta de tempo – vou fazer este experimento por algum tempo.

Vou adotar o Twitter como ferramenta para o máximo das comunicações que eu puder (substituindo mensagens de e-mail) e para a publicação de conteúdo (sob uma nova filosofia de “dica, vá lá e veja”).

Convido meus colegas leitores a acompanharem meu Twitter: http://twitter.com/marceloyamada.

Em breve voltarei para relatar a experiência.

10/agosto/2010

A Internet está deixando você burro? (revista Galileu)

Arquivado em: Sem categoria — Marcelo Yamada @ 9:24 am
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A revista Galileu de agosto de 2010 (edição 229) tem como reportagem de capa “A Internet está deixando você burro? Novos estudos provam que a rede altera o funcionamento do cérebro. Entenda como.”.

O artigo também está disponível no site da revista, mas somente para assinantes: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI156856-17773,00-A+INTERNET+ESTA+DEIXANDO+VOCE+BURRO+TRECHO.html

Vale a pena ler a reportagem toda, mas farei aqui um brevíssimo resumo para poder tecer então meus comentários:
A internet está nos deixando burros porque nossos estudos estão se tornando rasos. Consumimos pequenos fragmentos de muitas coisas ao mesmo tempo. Twitter, Flickr, Orkut, Facebook, MSN, portais, e-mails, TV a cabo (opa! Esta não é de internet e entrou na lista!) – tudo ao mesmo tempo. Ahhh, o problema não é o conteúdo da internet. O conteúdo da internet não está raso. Raso estamos nós (segundo a reportagem) porque optamos por consumir uma grande miríade de informações que simultaneamente se apresentam à nossa disposição. Estamos nos tornando multitarefa, mas com isso fazemos muitas coisas ao mesmo tempo porém todas elas com superficialidade, pouca qualidade e baixa retenção. Estamos aprendendo pouco com esse hábito. Por isso estamos emburrecendo.
(mais…)

30/julho/2010

Alguém quer desenvolver um serviço on-line para gestão do conhecimento?

Arquivado em: Sem categoria — Marcelo Yamada @ 11:50 pm
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Eu explico melhor.

Conheci há alguns dias um novo aplicativo para iPad chamado Flipboard (http://www.flipboard.com).

Nas palavras dos desenvolvedores: Flipboard is the world’s first social magazine. Your Flipboard is a fast, beautiful way to flip through news, photos and updates your friends are sharing on Facebook and Twitter. And it’s an incredible place to discover fresh content from around the Twittersphere.

Acho que uma imagem vai transmitir melhor a ótima impressão que tive. Veja a imagem abaixo, extraída da página do aplicativo no iTunnes Application Store:

Que tal? Parece simplesmente mais uma nova revista eletrônica, certo? Pois é. O “truque” que me impressionou foi o seguinte: o Flipboard é um visualizador de itens publicados no Twitter e na página de comentários do Facebook. O Flipboard faz a leitura dos tweets e compõe graficamente as páginas com os textos e links recomendados nos tweets das pessoas que você segue. Repentinamente, a leitura pesada das quase infinitas linhas de texto que aparecem no seu Twitter se tornam uma revista – toda gráfica, ilustrada, com colunas e quadros de diversos formatos, folheável. Uma leitura prazeirosa.

De novo: qual é o grande barato do Flipboard? Eles não produzem conteúdo. Todo o conteúdo exibido no seu exemplar de Flipboard é extraído de grandes bases de dados dos sites Twitter e Facebook.

Tecnicamente, esse aplicativo é um mashup. Definição da Wikipedia aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mashup

De que forma isso me inspirou a sugerir um serviço (um aplicativo) on-line para gestão do conhecimento?

Pois bem, vamos ao devaneio: e se pudéssemos conceber um aplicativo útil para a gestão do conhecimento que também pudesse fazer uso de informações já cadastradas em sites de redes sociais? Isso descartaria a barreira do cadastramento de informações que tipicamente impedem o sucesso das ferramentas já criadas para formação de bases de conhecimento, páginas amarelas e propostas do gênero.

E se pudéssemos criar um serviço on-line que a partir de suas informações cadastradas no Twitter, Facebook, Orkut, LinkedIn, Del.icio.us, Google Reader e outras fontes pudesse elaborar automaticamente as suas Páginas Amarelas do Conhecimento e a sua Análise de Redes Sociais (SNA – http://en.wikipedia.org/wiki/Social_network)? Que tal? Que tal poder contar com esses resultados sem ter que pedir a ninguém que cadastre qualquer coisa, evitando assim o insucesso causado pelo trabalho adicional que isso costuma impor às pessoas?

Ok, é preciso pensar mais um pouco e dedicar os esforços de um analista de requisitos (de uma equipe de desenvolvimento de software) para entender melhor como viabilizar essa proposta. Mas eu posso ser um bom usuário para ajudar nessa especificação.

Alguém se candidata?

12/abril/2010

Palestra sobre mídias sociais no Rotary Avenida Paulista

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 1:47 pm
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Minha colega Raquel Marques conduzirá na 6ªf desta semana (16/04/10) uma palestra sobre mídias sociais no Rotary Club da Avenida Paulista.

Os diálogos com a Raquel têm sido bastante produtivos. Não poderei comparecer, mas gostaria.

Segue a chamada e o link para o post oficial:

Tema: Mídias sociais: Fortalecer comunidades e unir continentes

As mídias sociais são canais disponíveis na internet para a criação e o fortalecimento de redes sociais, que são grupos de indivíduos reunidos por um objetivo comum. Para apresentar o potencial das mídias sociais para uma instituição internacional como o Rotary e mostrar os primeiros passos que o Avenida Paulista está dando no sentido de fortalecer o vínculo entre seus companheiros e unir-se com os demais clubes e a comunidade em geral realizaremos uma apresentação dia 16/04/2010 às 13h00 no Hotel Caesar na avenida Paulista.

http://rotaryavpaulista.wordpress.com/

6/março/2010

Open Innovation ou Inovação Aberta

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 7:11 pm
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Não pretendo reescrever aqui conceitos sobre Open Innovation, mas quero aproveitar a deixa de um post sobre o tema no blog da Terraforum para registrar algumas referências. Conversei com uma colega que não conhecia o conceito esta semana e acho que será de utilidade para muitos.

A Wikipedia em inglês traz boas definições:

“Open innovation is a paradigm that assumes that firms can and should use external ideas as well as internal ideas, and internal and external paths to market, as the firms look to advance their technology”. (…) The central idea behind open innovation is that in a world of widely distributed knowledge, companies cannot afford to rely entirely on their own research, but should instead buy or license processes or inventions (e.g. patents) from other companies. (…)

O mesmo verbete menciona também as limitações dos mecanismos convencionais de inovação (então chamados de “closed innovation” ou “inovação fechada”) e esclarece eventuais dúvidas entre “open source” e “open innovation“. E traz também diversos exemplos de sites e empresas criados para esse fim.

O artigo no blog da Terraforum agrega grande valor ao compilar os fatores que determinam diferenças entre as práticas de inovação aberta entre empresas diferentes:

Há formas bem diferentes de implementação da Inovação Aberta, que dependem de fatores como:

    • Estratégia da organização;
    • Tipo de inovação que a empresa está buscando (tecnologia, produtos ou modelos de negócio);
    • Em qual parte de processo ela procura colaboração (pesquisa, desenvolvimento, comercialização).

Do post da Terraforum só não gostei do finalzinho: “A partir de agora, a TerraForum passa a oferecer exatamente isso para as empresas (…)”. O que soava como uma compartilhamento de conhecimento para o bem de todos assumiu o tom de uma propaganda de canal de compras. É claro que um blog de consultoria visa divulgar a consultoria – mas achei que não ficou de bom tom.

É a mesma contrariedade que senti há alguns anos quando a Editora Abril lançou o título “Você S.A.”. Meses antes a revista Exame passara a contar com uma nova coluna voltada ao gerenciamento pessoal de carreira. Paulatinamente a coluna assumiu um tom de “o mercado é feroz, você precisa se preparar, tendências indicam pressão e concorrência, cuidado” – e então a editora lança o novo título. Me senti manipulado, naquela ocasião.

28/fevereiro/2010

Social Technographics: uma evolução da Regra do 1%

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 12:47 am
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Aqueles que acompanham este blog já devem ter visto por aqui uma menção à Regra do 1%:

It’s an emerging rule of thumb that suggests that if you get a group of 100 people online then one will create content, 10 will “interact” with it (commenting or offering improvements) and the other 89 will just view it.

Essa regra criada a partir de estatísticas praticamente classificava os usuários de sites colaborativos (blogs, wikis, etc.) em três grupos: aqueles que criam, aqueles que comentam e aqueles que somente lêem. (Costumo relembrar os amigos de que esse é um comportamente eficaz, do ponto de vista de compartilhamento de informações e conhecimento.)

Bem, Charlene Li e Josh Bernoff apresentam em seu livro Groundswell uma classificação diferente, com mais grupos e talvez por isso mais útil. É possível conhecer a proposta dos autores no blog do Groundswell, no site da Forrester: http://blogs.forrester.com/groundswell/2010/01/conversationalists-get-onto-the-ladder.html

O comportamento dos usuários poderia ser classificado da seguinte forma, com sobreposições:

O livro vale a pena, é claro, por diversos motivos. Primeiro porque detalha essa classificação. Mas principalmente porque traz a proposta POST (People, Objective, Strategy, Technology), da Forrester. Passei a dar mais valor a esse acrônimo recentemente.

27/fevereiro/2010

Terraforum traz ao Brasil o que Tapscott chamou de Ideágoras

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 6:45 pm
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A Terraforum – mais uma vez se mostrando ágil no desenvolvimento e replicação de iniciativas inovadoras no campo das redes sociais – está trazendo ao Brasil uma iniciativa chamada Battle of Concepts.

O newsletter da Terraforum que convida à participação na iniciativa diz o seguinte:

Faça a inovação acontecer: participe do Battle of Concepts
Você gostaria de ajudar a mobilizar o Brasil em torno da inovação, envolvendo jovens brilhantes, empresas privadas e organizações governamentais? Agora você pode! Apresentamos aqui o Battle of Concepts Brasil, empresa da qual a TerraForum recentemente se tornou sócia!

Conheça o Battle of Concepts (BoC)
O Battle of Concepts, iniciativa de enorme sucesso na Holanda, tem como objetivo promover a inovação aberta por meio de “batalhas de conceitos”, em que as empresas propõem desafios (as batalhas) e estudantes universitários de todo o país apresentam soluções (os conceitos). As melhores soluções são premiadas. Na Holanda, a iniciativa vem tendo grande sucesso:
já mobilizou mais de 5 mil estudantes em mais de 100 batalhas.teve participação de cerca de 50 empresas de grande porte e organizações governamentais.entregou mais de 430 mil euros em prêmios.

Como se beneficiar do Battle of Concepts?

  • Você, executivo, recebe ideias criadas por jovens brilhantes para os desafios selecionados da sua organização e, ao final das batalhas, tem acesso aos currículos de todos os que participaram.  Além disso, sua marca terá divulgação nas melhores universidades como referência de inovação no mercado nacional.
  • Você, estudante, coloca suas ideias para circular, participa do ranking do site e concorre a prêmios em dinheiro, ganhando visibilidade perante empresas líderes do País.
  • Você, professor ou gestor de Universidade, oferece oportunidades diferenciadas para os estudantes, além de ganhar casos reais para as aulas, aproximação com empresas inovadoras e destaque no ranking das universidades
  • Nós todos, como cidadãos, ganhamos empresas mais inovadoras, estudantes mais ativos e capacitados e maior interação entre universidades e empresas

Esse é um dos sete modelos de negócios dos tempos da colaboração que Don Tapscott menciona em seu livro Wikinomics. Ele o chamou de Ideágoras.

Torço pelo sucesso da BoC e recomendo a leitura do livro.

13/novembro/2009

Computação Social é uma das tecnologias mais quentes para 2010, segundo o Gartner

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:37 am
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A notícia foi publicada na TI Inside (http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=155299) e provavelmente em diversos outros meios de comunicação.

A lista completa inclui nove outras tecnologias (incluídas a “TI Verde” e a “virtualização”) mas gostaria de compartilhar um item específico que chamou minha atenção.

Segundo o Gartner, a Computação Social (“software sociais e de redes de compartilhamento“) é uma tecnologia quente para 2010 em “conseqüência da mudança na postura dos trabalhadores” porque “os funcionários não querem mais ter que realizar em ambientes diferentes seus próprios produtos e trabalho, e o acesso a informações externas“.

Os funcionários não querem mais trabalhar de um determinado jeito, que podemos chamar de “jeito atual”? Suponho então que conheçam um novo modo revolucionário de trabalho que está funcionando extremamente bem fora da empresa – nas igrejas, nas associações, nas ONGs, nas universidades.

Qual é, afinal, esse modo de trabalho? Cá entre nós, meramente utilizar o MSN / Skype e ter uma rede de contatos no Orkut / Facebook / MySpace / LinkedIn / Plaxo não é uma forma revolucionária de trabalho.

Estou me auto-atribuindo a tarefa de encontrar e entender essas práticas revolucionárias para poder afirmar claramente aos executivos do mercado o caminho para a mudança.

Aceito voluntários para esse trabalho de pesquisa e discussão franca. :-)

22/agosto/2009

Livro “Software Architecture Knowledge Management”

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 2:12 pm
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Por meio de uma visita de Rafael Ramos (prazer em “conhecê-lo”) visitei pela primeira vez seu blog “Conhecimento e TI”, que está hospedado no Blogspot: http://conhecimentoeti.blogspot.com agora Gestão etc.

Navegando pela categoria “Gestão do Conhecimento” encontrei uma leitura interessante: o livro “Software Architecture Knowledge Management – Theory and Practice“, da editora Springer.

O livro aborda a necessidade de constante aperfeiçoamento da arquitetura de software e com isso justifica o tema do trabalho, que é uma proposta de processo para o gerenciamento de conhecimento nessa especialidade.

Baixei uma versão PDF do livro no link disponibilizado pelo Rafael para fazer essa avaliação mas não tenho certeza se o livro é realmente free.

Encontrei o mesmo no site da editora, que não deixa claro se eu tenho que pagar para me registrar para consultar a versão eletrônica do livro. Por via das dúvidas, deletei meu PDF.

Mas parece ser um bom livro. Vou deixá-lo aqui registrado para futuras necessidades.

O post de Rafael está neste endereço: Livro grátis: Software Architecture Knowledge Management – Theory and Practice

O endereço do livro no site da editora é o seguinte: http://www.springerlink.com/content/978-3-642-02373-6

2/maio/2009

O papel na inteligência coletiva na Gestão do Conhecimento

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 4:45 pm
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Esta foi uma semana agitada.

Meus colegas do movimento Wikieducação – que defende uma atuação da iniciativa privada para a viabilização de novos modelos de aprendizagem (vale a pena visitar o site oficial para conhecer sua proposta) – me questionaram há alguns dias sobre os pontos de coincidência e de divergência entre os temas “Inteligência Coletiva” e “Gestão do Conhecimento”.

Nosso bate-papo resultou em um artigo e uma entrevista em áudio que estão disponíveis em http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Marcelo_Yamada.

Para provocar sua curiosidade, antecipo que defendo no artigo que os dois temas são bastante diferentes – mas que a devida utilização da IC pode ser de grande utilidade para a GC.

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