M.Y.GC

19/Maio/2009

Modelo para planejamento de projetos de GC

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 8:15 am
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Nick Milton (diretor da empresa Knoco, uma consultoria inglesa especializada em GC) divulgou através de um fórum no site de networking LinkedIn um novo arquivo para download gratuito no site de sua empresa (http://www.knoco.com).

Há outros documentos disponíveis no mesmo site, mas me concentrei naquele recém divulgado por Milton: o “Free Template for a Knowlege Management Plan“.

É um modelo (em Microsoft Excel) para planejamento de projetos de GC de pequeno porte (como alerta o próprio documento logo na capa).

É um bom modelo pois reserva páginas para escopo, prazo e comunicação (três das áreas de conhecimento envolvidas no gerenciamento de projetos, segundo o PMI) devidamente adaptadas para projetos de GC.

Como todo template, merece uma análise e adaptação a cada caso.

Mas, principalmente, é uma iniciativa louvável. Deveríamos contar com mais recursos como esses, emitidos por entidades brasileiras de referência, como forma de capacitar os profissionais brasileiros na condução de projetos de GC.

2/Maio/2009

O papel na inteligência coletiva na Gestão do Conhecimento

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 4:45 pm
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Esta foi uma semana agitada.

Meus colegas do movimento Wikieducação – que defende uma atuação da iniciativa privada para a viabilização de novos modelos de aprendizagem (vale a pena visitar o site oficial para conhecer sua proposta) – me questionaram há alguns dias sobre os pontos de coincidência e de divergência entre os temas “Inteligência Coletiva” e “Gestão do Conhecimento”.

Nosso bate-papo resultou em um artigo e uma entrevista em áudio que estão disponíveis em http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Marcelo_Yamada.

Para provocar sua curiosidade, antecipo que defendo no artigo que os dois temas são bastante diferentes – mas que a devida utilização da IC pode ser de grande utilidade para a GC.

Tecnologia da Informação aplicada à Gestão do Conhecimento

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 4:34 pm
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Uma das perguntas mais tradicionais da GC é “qual é o papel da TI?” Sei que a pergunta é recorrente porque é um dos termos de busca mais freqüentes nas estatísticas deste blog.

A pergunta é recorrente porque ninguém deseja correr o risco de superestimar o papel da TI como ocorreu há alguns anos mas ao mesmo tempo é consenso que a TI é um catalizador de transformações em qualquer área da administração de empresas.

Agora foi a minha vez de responder a esse questionamento.

Na mesma edição do newsletter sobre EAD do Senac São Paulo que comentei no post anterior, concedi uma entrevista para apresentar meu entendimento.

O resultado está no artigo “Recursos Tecnológicos aliados à Gestão do Conhecimento”, disponível no seguinte endereço: http://www.ead.sp.senac.br/newsletter/abril09/ead.asp?nome=tecnologia.

Dizendo de forma mais sistemática o que expliquei à minha entrevistadora, visualizo neste momento quatro utilidades para a TI na GC:

1) para registro e compartilhamento de conhecimento em formato  explícito (escrito ou gravado) = portais, blogs, wikis, workflow,  podcasts, videocasts

2) para aproximação de especialistas, para que compartilhem (exercitem, aprendam) conhecimento tácito = ferramentas de colaboração, como fóruns, salas de reunião virtual,  teleconferências e videoconferências, redes sociais

3) indiretamente para apoio a processos de outras especialidades que beneficiam a gestão do conhecimento = quaisquer ferramentas de gestão da informação, sistemas de gestão de competências, ferramentas de e-Learning, que auxiliem na disponibilização de informações ao trabalhador do conhecimento ou na geração de competências

4) para a gestão propriamente dita = ferramentas que auxiliem no mapeamento das competências organizacionais e permitam identificar e acompanhar seu vínculo com os objetivos estratégicos da organização por um lado e, por outro lado, o desempenho das iniciativas que produzem essas competências organizacionais (ou seja, processos, competências pessoais e relacionamentos com outras pessoas e organizações importantes)

Adorarei conhecer a visão de meus colegas leitores.

Gestão do Conhecimento em tempos de crise

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 4:22 pm
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O informativo Universo EAD, da unidade de ensino à distância do Senac São Paulo, publicou neste mês uma entrevista em áudio com minha amiga Rose Longo sobre a oportunidade da aplicação da Gestão do Conhecimento neste momento de crise global.

Destaco duas afirmações de Rose:

  • a organização deve usar o conhecimento como fonte de diferencial competitivo e para isso deve ser capaz de provocar a criação de conhecimento (desenvolvendo para tanto um ambiente e uma cultura adequados)
  • se o momento de crise não for utilizado para atividades de capacitação, quando a crise terminar faltarão competências (e isso vale tanto para as empresas quanto para os profissionais)

Vale a pena conferir a entrevista na íntegra em http://www.ead.sp.senac.br/newsletter/abril09/ead.asp?nome=podcast.

12/Abril/2009

Compilação de tudo que se escreveu sobre colaboração e o mundo 2.0

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:25 pm
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Fabiano Caruso mais uma vez nos presenteia com um achado: um trabalho de compilação das teorias (em sua maior parte livros, eu presumo) que se propõem a estudar o fenômeno da colaboração em massa e de tudo de que se chama de “alguma-coisa-2.0″.

O post de Venkatesh Rao oferece resenhas para grande parte das teorias.

Um bom compêndio para se ler e para se ter.

O artigo “The Facebook Generation vs Fortune 500″ recomendado por Fabiano também vale a leitura.

5/Abril/2009

Padrões são a salvação ou a perdição ?

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 2:32 am
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Este post é a reprodução de um post homônimo que fiz já há algum tempo em um blog interno na Promon e que causou cerca discussão.

Lembrei-me do mesmo ao ler o post “Você precisa ter um modelo para poder aperfeiçoar seu modelo” no blog de Fernando Goldman.

—–

Normalmente não escrevo posts fazendo transcrição exata de textos. Em seu lugar, prefiro redigir os comentários e disponibilizar um link para o conteúdo original.

Farei uma exceção neste caso, para compartilhar um texto provocativo que recebi de um grupo de amigos com interesses em comum, a respeito dos perigos da adoção desmedida de padrões.

(O texto não enumera extensamente os benefícios da adoção desses padrões – mesmo porque há um grande número de artigos disponíveis na internet para fazê-lo.)

O texto (com a menção ao seu autor, ao final) segue logo abaixo. Resistam ao excesso de acidez nos comentários iniciais para chegar até a segunda metade do texto, em que os padrões são abordados :-) .

(mais…)

26/Março/2009

Modelo de processos e tecnologia de gestão de conteúdo corporativo (ECM)

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 7:52 pm
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Hoje, em uma leitura do relatório “AIIM Market IQ – Content Creation and Delivery: The On-Ramps and Off-Ramps of ECM” publicado pela AIIM (Association for Information and Image Management), me deparei com um modelo interessante de conciliação dos processos e tecnologias de ECM.

Extraí do documento o diagrama que o representa. Infelizmente não o encontrei publicado adequadamente em nenhum lugar. Ei-lo:

aiim-ecm-lifecycle-component-model

É um modelo bastante didático e lúdico que guardarei em minha caixa de ferramentas para que eu não tenha que construir o meu próprio.

A propósito: ECM (Enterprise Content Management, ou “gestão do conteúdo corporativo”) abrange os processos e tecnologias para gestão da criação, armazenamento, disponibilização e distribuição de todo o conteúdo gerado pelas operações de uma organização – em papel ou digital. 

Deixarei para outras rodas a discussão sobre a eventual diferença entre gestão de informação e ECM. (Se eu tiver que dizer algo sobre isso em 5 segundos, eu diria: o ECM garante o foco no “Enterprise”.)

19/Março/2009

Handbook de tecnologias emergentes para a aprendizagem

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 10:21 pm
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Este é um post curto e objetivo.

O blog Elearningpost trouxe-me o post (também curtíssimo) “Handbook of emerging technologies for learning“, que nos leva ao “Handbook of Emerging Technologies for Learning” do Learning Technologies Centre (LTC).

Não li extensamente o handbook, mas acho a iniciativa digna de nota. Seus autores avaliaram e documentaram a aplicabilidade de diversas novas tecnologias da informação às iniciativas de aprendizagem. Concordando com seus critérios ou não, um compêndio é sempre um bom começo.

8/Março/2009

Kit para Compartilhamento do Conhecimento

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 4:08 pm
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Afinal, mais um achado.

Através de um post no blog de Nancy White cheguei ao site do Knowledge Sharing Toolkit, desenvolvido e mantido em ferramenta wiki pelo programa ICT-KM do Grupo Consultivo em Pesquisa Agrícola Internacional (CGIAR) em conjunto com a FAO (ONU). Links explicativos para o significado do programa e do grupo estão disponíveis no link do toolkit.

É um compêndio interessante de uma grande quantidade de ferramentas e métodos para compartilhamento de conhecimento.

E mais que um mero glossário, o toolkit propõe um processo de seleção da(o) ferramenta/método adequada(o) que se inicia com a identificação do contexto vigente.

E com mais uma característica que me agrada: foi criado e é mantido coletivamente. Sem símbolos de copyright que indiquem uso exclusivamente comercial por seu criador.

This evolving resource – continually updated, edited, expanded, and critiqued in wiki fashion – is targeted mainly on scientists, research support teams, and administrators in the 15 international centers of the CGIAR. But it also serves their partner organizations, as well as development organizations working in areas other than agriculture. And it benefits from their diverse feedback too.

Esta é, portanto, mais uma coisa que não preciso me preocupar em fazer: compilar soluções para compartilhamento e definir critérios para sua seleção.

14/Fevereiro/2009

Países com diferentes papéis na inovação

Arquivado em: 1 — Marcelo Yamada @ 5:56 pm
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César Taurion (da IBM) escreveu em seu blog um artigo que me fez lembrar do trabalho “A Vantagem Competitiva das Nações“, de Michael Porter.

Em seu post “Inovação e Pesquisa: bichos diferentes!“, sugere que no cenário internacional da inovação os países possuem diferentes papéis em função de suas aptidões naturais e históricas.

Seguem dois trechos interessantes que resumem a questão:

Uma rede de inovação multinacional contém papéis diferenciados, onde os países assumem estes papéis de acordo com seus pontos fortes ou viés como:

1)Países com viés inventor, ou sejam, aqueles países com forte ênfase em universidades de alto nível e sólidos e reconhecidos centros de pesquisas. São os países que geram um grande número de patentes. Estes países formam grande número de pesquisadores e acadêmicos com mestrado e doutorado. Seus governos apóiam enfaticamente programas de P&D.

2)Países com viés de financiador, que são aqueles com forte ênfase em investimento externo. Investem significativa parte de seu PIB em pesquisa e desenvolvimento, inclusive no exterior.

3)Países com o viés de transformador, que são aqueles que convertem as invenções em negócios de alto valor para a sociedade. São países com forte industrialização e sólida infra-estrutura de logística e comunicação, bem como ênfase em inovação. São países bem abertos comercialmente ao mercado externo, inseridos plenamente em um contexto globalizado. São os países que tem uma vantagem comparativa em relação a outros em determinados fatores, como por exemplo, fontes de energia alternativas ou capacitação em TI.

e

O Brasil pode ser inovador sim, se assumir o papel de transformador e concentrar seus esforços, investimentos e políticas públicas neste sentido.

Como sempre, vale a pena a leitura do original completo. E o livro de Porter também, caso tenham tempo.

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