A semana que se inicia hoje é a semana do Prêmio MAKE Brasil.
O prêmio MAKE é provavelmente a premiação mais conhecida internacionalmente no campo da Gestão do Conhecimento. (O site oficial do prêmio é http://www.premiomake.com.br, caso você deseje conhecer um pouco mais o processo de candidatura e premiação.)
Nesta segunda-feira (09/11) ocorrerão no Senac Consolação (Rua Dr. Vila Nova, 228) a apresentação das práticas das empresas finalistas na edição brasileira do prêmio e, à noite, a cerimônia de premiação da most admired knowledge enterprise do Brasil.
Os finalistas (selecionados dentre cerca de 120 inscritos) e que apresentarão seus cases são (em ordem alfabética):
- Daiichi-Sankyo
- Documentar
- Embraer
- Embria
- Emplasa
- Essencis
- Manserv
- Petrobrás
- Promon Engenharia
- Tabelionato Fischer
- Uniodonto
Como parte do processo de premiação também está sendo publicado na edição desta semana da revista ISTOÉ (número 2087, de 11/11/09) um encarte especial sobre os atuais desafios da sociedade, o prêmio MAKE e as 10 finalistas.
Recomendo a leitura. Gostaria, aliás, de destacar duas idéias contidas no texto de abertura do encarte.
Em primeiro lugar, aquela contida na seguinte afirmação de Rose Longo:
“Estou convicta de que o conhecimento é o grande insumo de transformação das organizações e da sociedade em geral. Sendo assim, o desafio de colocar o Brasil na rota da excelência só é possível através de processos efetivos e conscientes de Gestão do Conhecimento.“
Dou destaque para os termos efetivos e conscientes. Efetivos porque devem ser duradouros; conscientes porque gerir o conhecimento é um ato intencional.
Em segundo lugar, a interpretação que podemos extrair do texto de abertura como um todo: a de que gerir o conhecimento é importante para as organizações por dois motivos: para a criação permanente de diferenciais competitivos e para a orquestração de know-how para o desenvolvimento de projetos pelo bem comum – como todas as iniciativas de sustentabilidade ambiental e social. (Não nos esqueçamos da preservação do know-how já detido pela empresa e que é essencial para o bom andamento das operações da empresa.)
Por fim, é hora de agradecer à TKN Brasil por finalmente desmentirmos a afirmação de que o Brasil não possui quantidade suficiente de cases de Gestão do Conhecimento que justifiquem a realização de uma edição brasileira do prêmio. Essa foi uma reclamação minha no post Perguntas aos ganhadores do prêmio MAKE, de janeiro deste ano.
Parabéns a todos – aos organizadores e aos participantes.